Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Preços agropecuários sobem 2,87% em julho

Segundo IEA, destaque do mês é a desacelaração do ritmo de alta do indicador de preços dos produtos de origem animal.

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Redação (05/08/2008)- O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista(IqPR), calculado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, fechou o mês de julho em alta de 2,87%. O destaque do mês é a desacelaração do ritmo de alta do indicador de preços dos produtos de origem animal (IqPR-A), que vinha de dois meses seguidos de aumentos na faixa de 9% e em julho subiu 3,53%.

O indicador de preços dos produtos de origem vegetal (IqPR-V) subiu 2,61% em julho, apesar da queda de 2,18% nas cotações da cana-de-açúcar, commodity que tem o maior peso na ponderação do indicador, em função de participação relevante no valor da produção da agropecuária paulista. O cálculo excluindo a cana aponta uma alta de 9,13% no indicador de produtos vegetais e de 6,40% no índice geral.

Maiores Altas – Segundo os técnicos do IEA, os produtos que registraram maiores altas no mês de julho foram laranja para indústria (24,68%), feijão (24,53%), tomate para mesa (17,50%), milho (8,26%), carne bovina (7,94%) e carne de frango (6,50%)). Os técnicos explicam que a alta de preços da laranja para indústria se deve à baixa oferta, devido à estiagem que prejudicou a florada do ano passado, afetando principalmente as variedades precoces. As baixas temperaturas e a falta de chuvas foram responsáveis pela redução da oferta de tomate.

Os produtos que apresentaram queda de preços em julho foram trigo (-5,45%), batata (-4,53%), amendoim (-2,92%) e a cana-de-açúcar (-2,18%). A retração nos preços do trigo se deve às reduções das cotações internacionais.

Doze Meses – No comparativo de doze meses, 19 produtos dos vinte analisados pelo IEA tiveram variações positivas do preço pago ao produtor. O tomate para mesa registrou a maior alta com 194,78%, seguido pelo feijão com 117,17% e pelo arroz com 44,03%. Os grãos (commodities) como o milho, soja e trigo tiveram elevações de preços em 51,43%, 66,68% e 41,52% respectivamente.

Nos produtos de origem animal, a maior variação ficou para a carne suína com mais de 92%, seguida da carne bovina com 49,26%, os leites tipo B e C ficaram mais caros com pouco mais de 35%. Quanto à carne de frango e aos ovos as variações tiveram o mesmo comportamento, isto é, pouco acima de 12%. A cana-de-açúcar foi o único produto que registrou variação negativa de 8,22% nos últimos doze meses.

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