Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil e Egito assinam memorando para facilitar comércio de carnes

O documento tem como diretriz a cooperação entre os dois países nos campos de exportação, importação e trânsito de animais e seus produtos e subprodutos, com base nas normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

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Redação (12/08/2008)- A cooperação na área de serviços veterinários é tema do memorando de entendimento assinado, nesta terça-feira (12), pelos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e do Comércio e Indústria do Egito, Rachid Mohamed Rachid. O documento tem como diretriz a cooperação entre os dois países nos campos de exportação, importação e trânsito de animais e seus produtos e subprodutos, com base nas normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “O documento vai facilitar, principalmente, o comércio na área de carnes bovina e de aves”, destacou Stephanes.

O memorando de entendimento entrará em vigor no dia 1º de setembro e será válido por cinco anos, com renovação automática, a menos que uma das partes decida interrompê-lo. Entre os pontos descritos no acordo, Brasil e Egito se comprometem a notificar mutuamente a ocorrência de qualquer doença infecciosa e contagiosa e mudanças de status zoosanitário. Devem, ainda, trocar mensalmente boletins veterinários que identifiquem a condição sanitária de cada país.

Na reunião, Stephanes informou que o principal interesse do Brasil é a importação direta de fertilizantes do Egito por meio de grandes cooperativas. Segundo Rachid, o país árabe tem uma produção significativa de fertilizantes à base de amônia e está aumentando a exploração de minas de fosfato, que são também matéria-prima do produto.

O ministro egípcio manifestou interesse em que empresas brasileiras instalem filiais naquele país. “Queremos atrair grandes empresas para que sirvam de ‘catalizadoras’. Queremos que as indústrias do Egito sejam incentivadas pelas brasileiras a produzir mais”, afirmou. Rachid propôs, ainda, a cooperação nos setores de beneficiamento e distribuição nas indústrias de carnes de bovinos e aves, e de tecnologia aplicada à agricultura.  

Exportações – As carnes são os principais produtos da exportação do agronegócio brasileiro para o Egito. De janeiro a julho deste ano, foram comercializadas com aquele mercado 55,3 mil toneladas de carne, principalmente bovina, totalizando US$ 141 milhões. No mesmo período, foram exportadas 46 mil toneladas, com uma receita de US$ 127,5 milhões. 

Já as exportações egípcias para o Brasil somaram, nos sete primeiros meses deste ano, US$ 7,8 milhões. Os principais produtos importados pelo País são as fibras e os produtos têxteis, responsáveis por 1,4 mil toneladas, o equivalente a US$ 4,7 milhões.

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