Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Crise americana preocupa setor agropecuário goiano

Analista vislumbra o cenário de uma montanha russa, em que haverá oscilação no sistema financeiro que podem atingir as commodities agrícolas e pecuárias.

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Redação (29/09/2008)- A crise nos Estados Unidos, com ameaça de recessão econômica, já preocupa o segmento do agronegócio em Goiás, um dos principais Estados do ranking brasileiro na produção de alimentos. O analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, Pedro Arantes, vislumbra dois cenários. O primeiro, de uma montanha russa, em que haverá oscilação no sistema financeiro que podem atingir as commodities agrícolas e pecuárias.

As alterações imediatas seriam do câmbio, com a flutuação do dólar em relação a outras moedas e as cotações nas bolsas.

O segundo cenário seria composto pelo agravamento da crise americana, fato que traria problemas não só para a economia dos Estados Unidos, mas com forte reflexo em todo o mundo.

Pedro Arantes acredita que a primeira hipótese deve se confirmar, e diz que dos solavancos hoje, a situação passará pela recuperação no dia seguinte e os conseqüentes reajustes. Para os produtores, o economista recomenda leitura constante do cenário do dia, e assim tentar comercializar no melhor cenário, recuando com a queda do dólar, como tem ocorrido nos últimos dias, para ir contornando o imprevisível.

Arantes, que acompanha o mercado agrícola há alguns anos, mostra-se confiante de que não haverá uma crise acentuada, porque o governo Bush tem tomado medidas acertadas para impedir o desaquecimento geral da economia norte-americana. Ele observa ainda que os grandes grupos financeiros internacionais, como, por exemplo, os árabes, vêm alocando recursos, oriundos do petróleo, para evitar a insolvência do setor financeiro norte-americano.

Quanto às principais commodities agropecuárias, ele confia no aumento de preços destas, embora insista que o Brasil tem que se preparar para não ser pego de surpresa. As informações são da assessoria de Imprensa da FAEG.

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