Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Governo estuda reduzir PIS/Cofins para carnes

Atualmente, a tarifa do está em 9,25%, e pode ser diminuída para 4,75%.

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Redação (02/10/2008)- O ministro interino da agricultura, Silas Brasileiro, afirmou hoje que há uma discussão no governo sobre a redução da cobrança de PIS e Cofins incidentes sobre a cadeia das carnes. A idéia, segundo ele, é reduzir a tributação sobre as exportações para tornar o produto brasileiro mais competitivo no exterior, no momento em que a crise financeira internacional pode dificultar as exportações de produtos agropecuários.

Atualmente, a tarifa do PIS/Cofins está em 9,25%. De acordo com Brasileiro, a idéia do governo é reduzir a alíquota para 4,75%, mas o assunto está sendo tratado no Ministério da Fazenda. Para o mercado interno, a idéia é isentar o setor de carnes dessa cobrança, o que reduziria os preços e elevaria o consumo. Segundo ele, essa medida seria "compensatória" para o setor diante do agravamento da crise internacional.

O ministro interino disse que a idéia do governo de liberar compulsórios para agricultura e de ampliar a chamada exigibilidade bancária é permitir uma oferta de recursos a custos mais baixos para os agricultores. A lei determina que 25% dos depósitos a vista e 65% dos depósitos da poupança rural sejam aplicados na agricultura. Os recursos da exigibilidade são oferecidos aos agricultores com taxas de juros de 6,25% ao ano.

Pouco depois de participar de uma cerimônia para assinatura de três acordos de cooperação entre o Ministério da Agricultura, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Brasileiro disse que, apesar das medidas estudadas na área tributária, o Brasil não terá "dificuldades para vender o que produz". Ele disse também que a oferta de insumos agrícolas já é maior. Para ele, a crise que começou nos Estados Unidos e contamina a economia de outros países "não é duradoura, é passageira". "A crise vai ser debelada de forma rápida", disse ele.

Segundo o ministro interino, as medidas que estão sendo estudadas pelo governo tem o objetivo de assegurar que as metas do País sejam cumpridas. "O que se está fazendo no Brasil é se precaver de ações que possam, no futuro, comprometer as nossas metas", disse. Ele disse ainda que apesar da turbulência internacional a situação no Brasil não é tão ruim devido às reservas que o País tem. "Não vamos ficar ilesos, mas estamos em uma faixa de equilíbrio", afirmou. Para ele, as empresas que tradicionalmente financiam a produção agrícola voltarão a oferecer crédito para os agricultores.

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