Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Rigor sanitário para multiplicar exportações do PR

Três anos depois do anúncio de aftosa no estado, existem só 400 mil animais rastreados (4,2% do rebanho) nas fazendas paranaenses.

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Redação (14/10/2008)- O Paraná reestrutura a fiscalização como primeira medida para ampliar o rastreamento e as exportações de carne a partir da reabertura do mercado europeu. Três anos depois do anúncio de aftosa no estado, existem só 400 mil animais rastreados (4,2% do rebanho) nas fazendas paranaenses. A meta é chegar a um número 20 vezes maior para ampliar as exportações.

A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab) deixou de atuar como credenciadora para assumir, ao lado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a fiscalização do sistema. Formou 30 auditores, que estão vistoriando as propriedades já incluídas no Sisbov.

A idéia é percorrer essas áreas para incluir todas as que estiverem aptas a exportar na lista de fazendas habilitadas pela União Européia (UE). A medida tende a incentivar criadores que estão fora do Sisbov a rastrear o gado.

Quatro meses depois de ser reconhecido como área livre da aftosa com vacinação, o Paraná tem cerca de 200 áreas no Sisbov e apenas 5 na lista da UE. Só quem está na lista maior pode passar para a segunda, após auditoria dos agentes do Mapa e da Seab. Os auditores brasileiros seguem instruções européias e têm a missão de indicar as áreas que consideram estar dentro de todas as exigências da UE.

Não haverá campanha de incentivo ao rastreamento, informa o governo do estado. O diferencial de preço pago à carne exportada será o principal chamariz, afirma o chefe do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) do Paraná, Silmar Pires Bürer. Ele diz que o momento é de recuperação de credibilidade e que as exportações devem crescer aos poucos. O rebanho, hoje em cerca de 9,5 milhões de cabeças, deve superar o recorde de 10,2 milhões atingido em 2006, quando as vendas ao exterior desabaram.

O Paraná exportou 46 mil toneladas de carne bovina em 2004, índice que caiu a um terço nos últimos dois anos. A recuperação começou no primeiro semestre deste ano. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os embarques de carne desossada congelada (item de maior confiabilidade sanitária), que somaram 31,7 toneladas em 2005, atingiram 11,2 toneladas de janeiro a agosto deste ano, ante apenas 2,3 toneladas em igual período do ano passado.

O interesse em elevar as exportações não é só dos pecuaristas ou do estado, defende o chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal da Seab, Marco Antônio Teixeira Pinto. “As indústrias e as credenciadoras já estão procurando os pecuaristas.” Ele considera que os 10% de vantagem oferecidos aos proprietários das áreas habilitadas pela UE cobre os custos da rastreabilidade.

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