As perdas do agronegócio somadas às dos setores da aviação e mineral, deixarão o superávit da balança comercial brasileira próximo do zero.
Receita com exportações agrícolas deve cair 20% em 2009
Redação (18/11/2008)- Junto com o aumento dos custos ao produtor durante 2008, a crise financeira mundial deve frear a tendência de crescimento das áreas de cultivo, o que deverá gerar uma produção menor e, em conseqüência, um recuo de 20% nas receitas com exportações agrícolas. As perdas nas exportações brasileiras devem chegar a US$ 15 bilhões em 2009, segundo o gerente da administradora de fundos de investimento Sparta, Victor Abou Nehmi Filho, em publicação do jornal Folha de São Paulo deste domingo. As perdas do agronegócio somadas às dos setores da aviação e mineral, deixarão o superávit da balança comercial brasileira próximo do zero.
Como exemplo, o analista cita o preço da soja, negociada no mês de julho a US$ 16,6 por bushel (27,2 quilos) e o projeta a US$ 9 para maio de 2009. Mas a falta de crédito somada ao aumento dos custos, à queda na área de plantio, ao uso de menos tecnologia e à possibilidade de clima desfavorável podem ocasionar perdas de até 15 milhões de toneladas de grãos de acordo com análise do assessor da Coopermibra (cooperativa do noroeste do Paraná) José Pitoli. Para o analista, as perdas acentuadas só poderiam ser evitadas com mais R$ 4,4 bilhões em créditos para incentivo ao plantio. Os produtos mais atingidos no próximo ano devem ser o algodão, com perda de 27% da área plantada, e o milho safrinha, com redução de 10% da área. Junto com o aumento dos custos ao produtor durante 2008, a crise financeira mundial deve frear a tendência de crescimento das áreas de cultivo, o que deverá gerar uma produção menor e, em conseqüência, um recuo de 20% nas receitas com exportações agrícolas. As perdas nas exportações brasileiras devem chegar a US$ 15 bilhões em 2009, segundo o gerente da administradora de fundos de investimento Sparta, Victor Abou Nehmi Filho, em publicação do jornal Folha de São Paulo deste domingo. As perdas do agronegócio somadas às dos setores da aviação e mineral, deixarão o superávit da balança comercial brasileira próximo do zero. Como exemplo, o analista cita o preço da soja, negociada no mês de julho a US$ 16,6 por bushel (27,2 quilos) e o projeta a US$ 9 para maio de 2009. Mas a falta de crédito somada ao aumento dos custos, à queda na área de plantio, ao uso de menos tecnologia e à possibilidade de clima desfavorável podem ocasionar perdas de até 15 milhões de toneladas de grãos de acordo com análise do assessor da Coopermibra (cooperativa do noroeste do Paraná) José Pitoli. Para o analista, as perdas acentuadas só poderiam ser evitadas com mais R$ 4,4 bilhões em créditos para incentivo ao plantio. Os produtos mais atingidos no próximo ano devem ser o algodão, com perda de 27% da área plantada, e o milho safrinha, com redução de 10% da área.
O gerente da administradora de fundos de investimento Sparta, Victor Abou Nehmi Filho, em publicação do jornal Folha de São Paulo deste domingo. As perdas do agronegócio somadas às dos setores da aviação e mineral, deixarão o superávit da balança comercial brasileira próximo do zero. Como exemplo, o analista cita o preço da soja, negociada no mês de julho a US$ 16,6 por bushel (27,2 quilos) e o projeta a US$ 9 para maio de 2009. Mas a falta de crédito somada ao aumento dos custos, à queda na área de plantio, ao uso de menos tecnologia e à possibilidade de clima desfavorável podem ocasionar perdas de até 15 milhões de toneladas de grãos de acordo com análise do assessor da Coopermibra (cooperativa do noroeste do Paraná) José Pitoli. Para o analista, as perdas acentuadas só poderiam ser evitadas com mais R$ 4,4 bilhões em créditos para incentivo ao plantio. Os produtos mais atingidos no próximo ano devem ser o algodão, com perda de 27% da área plantada, e o milho safrinha, com redução de 10% da área.
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