Documento determina requisitos de inspeção, quarentena e saúde veterinária para a carne suína exportada e importada entre os países.
Brasil pode avançar no comércio de carne suína para a China
Redação (01/12/2008)- Os governos do Brasil e da China devem ratificar, nesta semana, o protocolo que facilitará o comércio bilateral de carne suína. O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz, chefia a missão em Pequim (China), até quinta-feira (4), onde se reúne com autoridades da Administração Geral de Supervisão, Inspeção e Quarentena da República Popular da China.
O documento determina requisitos de inspeção, quarentena e saúde veterinária para a carne suína exportada e importada entre os países. “Este protocolo estabelece as bases e garantias para certificação sanitária, exigidas pelo país importador”, explicou Kroetz.
Uma equipe do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária (Dipoa/SDA) conhecerá o sistema chinês de inspeção em estabelecimentos produtores de aves termoprocessadas.
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Comércio – Ainda para tratar de expansão do comércio com o país asiático, o secretário participa de uma reunião na China Meat Association, da qual fazem parte exportadores e importadores de carnes.
A China, economia que mais cresce no mundo, é destino número um dos produtos do agronegócio brasileiro. A previsão para este ano é de aumentar em 81% as importações agropecuárias, em relação ao ano passado. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 3,2 trilhões e crescimento previsto de 10%, em 2008, a estimativa de compra de produtos agropecuários nacionais pelo país asiático é de US$ 8,5 bilhões.
Os destaques são o complexo soja (farelo, óleo e grãos), que de janeiro a outubro deste ano gerou receita de US$ 5,8 bilhões, e os produtos florestais e couro, com vendas no valor de US$ 668,7 milhões, no mesmo período.





















