Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Comércio bilateral tem forte queda

Mercosul perde posição como principal sócio comercial da Argentina para a União Europeia (UE).

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Redação (26/02/2009)- O forte declínio do comércio com o Brasil (51% nas exportações e 54% nas importações) no primeiro mês de 2009 fez com que o Mercosul perdesse posição como principal sócio comercial da Argentina para a União Europeia (UE). Enquanto o comércio da Argentina com o bloco Brasil-Paraguai-Uruguai somou US$ 723 milhões, o volume negociado com a UE totalizou US$ 732 milhões, ainda que as exportações para os europeus tenham registrado contração de 28%. A análise é da consultoria Abeceb.com e foi feita com base nas estatísticas de janeiro, divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos da Argentina. 

Para Maurício Claveri, analista de comércio exterior da Abeceb, a queda do fluxo comercial está gerando o protecionismo não só entre Brasil e Argentina, mas em quase todos os países. "Há um nível de conflito mais alto, que tem a ver com a crise internacional." 

No caso de Brasil e Argentina, o economista acha que "os governos vão encontrar uma maneira de contornar a situação", fazendo prevalecer o aspecto político da união aduaneira. No entanto, ele acha que a Argentina vai se apoiar cada vez mais no déficit de sua balança comercial com o Brasil, que já dura 70 meses consecutivos e ultrapassa US$ 4 bilhões. 


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