Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Crise no Mercosul?

Para indústria argentina, Brasil promove conflitos que agravam impacto da crise.

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Redação (05/03/2009) – Os industriais argentinos consideram que o Brasil está injustamente promovendo conflitos regionais que só agravam o impacto da crise global. Essa é a mensagem de um comunicado à imprensa divulgado pela União Industrial Argentina (UIA), no qual a entidade marca posição diante da troca de acusações de protecionismo entre os dois principais sócios do Mercosul. Na segunda-feira, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, disse que as barreiras argentinas aos produtos importados atingiram 10% das exportações brasileiras. O Secretário de Relações Econômicas Internacionais da chancelaria argentina, Alfredo Chiaradia, disse que esse percentual é bem menor, apenas 4,5%. 

A polêmica foi levantada uma semana antes da reunião do comitê de monitoramento do comércio bilateral, dia 12 em Buenos Aires, e de um encontro entre empresários dos dois países, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), dia 20, em São Paulo. O encontro terá a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner. 

As relações entre os dois países estão abaladas pela queda de quase 50% do comércio desde dezembro. Para defender-se de uma suposta enxurrada de produtos importados, a Argentina levantou diversas barreiras a produtos vindos do exterior, inclusive do Brasil. 

Em meio à polêmica, a UIA divulgou o comunicado em que reitera o respaldo das indústrias às medidas tomadas pelo governo argentino (ampliação dos produtos sujeitos a licenciamento não-automático e agilização dos processos antidumping). Também lembra que a Argentina apresenta déficit estrutural com o Brasil, que atingiu US$ 4,347 bilhões em 2008, sendo US$ 7,714 bilhões em manufaturados de origem industrial. 

"Chama a atenção que uma economia da dimensão do Brasil esteja orientando esforços de política comercial em direção a um sócio, cujo resultado bilateral lhe é favorável – como vem ocorrendo por anos com todos os membros do Mercosul – quando mais de 90% de suas exportações são colocadas no resto do mundo e se constituem no problema comercial real do país vizinho", afirma a UIA. 

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