Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Economia

Lula pede agilidade nas medidas de apoio ao setor agrícola

Lula pede agilidade para liberação do crédito de R$10 bilhões para agronegócio.

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Em reunião hoje com técnicos do Ministério da Fazenda, Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do Planejamento, Paulo Bernardo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu agilidade na implementação das medidas de apoio ao setor agrícola, em especial para a linha de crédito de R$ 10 bilhões para as agroindústrias.

Ao deixar o Palácio da Alvorada, onde foi realizada a reunião, Paulo Bernardo disse que o presidente está “impaciente” com as reclamações que têm chegado a seu gabinete, com relação à demora de adoção das medidas. O presidente, segundo Bernardo, cobrou dos ministros explicações sobre a demora na aprovação na linha de crédito para as agroindústrias.

Bernardo relatou que foi explicado ao presidente Lula que a aprovação da linha dependia da sanção da Lei 11.922, o que ocorreu em 13 de abril. Só depois da sanção é que o Conselho Monetário Nacional (CMN) se reuniu extraordinariamente para regulamentar o crédito, o que aconteceu apenas ontem.

Stephanes disse que o presidente afirmou que a situação não é de normalidade em termos de crédito. “Estamos em guerra”, teria dito Lula, segundo Stephanes. “O navio está no mar, afundando, e nós temos de evitar que isso aconteça”, disse o presidente, segundo palavras de Stephanes.

Repasse – Na reunião, ficou acertado que a linha de R$ 10 bilhões autorizada ontem pelo CMN será repassada para outros bancos públicos, como Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, o que, na opinião do ministro da Agricultura, vai facilitar o acesso ao crédito.

Stephanes comentou que a palavra de ordem é ser mais agressivo, no sentido de irrigar o setor com crédito. Na reunião, o presidente também pediu que as linhas cheguem às agências bancárias em até 30 dias, quando o prazo normal é de 60 a 90 dias. “É preciso fazer com que a cadeia rode”, disse Stephanes.

Sobre as taxas de juros de 11,25% nos financiamentos à agroindústria, Stephanes observou que o encargo é viável, apesar de ter defendido ontem uma taxa de juros menor, próxima a 6,75% ao ano. “Eu diria que a taxa definida é razoável porque está abaixo do custo de equalização”.

Segundo Stephanes, a cobrança do presidente foi generaliza, e não ficou centrada nos bancos. “O presidente chamou a atenção de todo mundo para que se tomem medidas para que as linhas sejam aplicadas com agilidade”, afirmou Stephanes.

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