Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,75 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,66 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,57 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 173,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 185,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,59 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,12 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,17 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,38 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,19 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,82 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 162,93 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Economia

Preço da terra cai 6% nos EUA no 1º tri

Valor de territórios agricultáveis caiu 6% nos Estados Unidos no primeiro trimestre de 2008.

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O preço médio das terras agricultáveis em cinco dos principais Estados americanos de grãos registrou forte queda no primeiro trimestre deste ano, segundo levantamento recém-divulgado pelo Federal Reserve Bank of Chicago. O resultado é baseado em pesquisa realizada com 227 agentes financeiros focados em negócios rurais.

De acordo com a unidade do Fed em Chicago, uma das 12 do banco central dos EUA, em seu distrito – que inclui os Estados de Illinois, Indiana, Iowa, Michigan e Wiscosin – a desvalorização média das terras agricultáveis foi de 6% na comparação entre os preços de 1º de abril e 1º de janeiro deste ano. Foi o maior tombo desde 1985. Em relação a 1º de abril do ano passado, há valorização de 2%.

No primeiro trimestre, houve quedas em todas as praças . As maiores, de 7%, foram verificadas em Iowa e Wiscosin. Em Illinois, a baixa foi de 4%; em Indiana, de 3%.

A escassez de crédito nos EUA após o aprofundamento da crise financeira no ano passado está diretamente relacionada à retração observada no primeiro trimestre. Em sua análise, a instituição realça que o estrangulamento melhorou, ainda que as condições para a liberação de crédito tenha se tornado mais variadas na comparação entre os Estados.

A demanda total por financiamentos cresceu apesar dos juros mais salgados que no primeiro trimestre de 2008, mas para outros fins que não o imobiliário. Neste segundo trimestre, a previsão é que os pedidos de crédito para eventuais aquisições de terras aumentem, mas, mesmo assim, um terço dos agentes pesquisados acredita em novas quedas de preços das terras agricultáveis. Dois terços deles preveem estabilidade.

Consultada pelo Valor, Jacqueline Bierhals, analista do mercado de terras do Instituto FNP no Brasil, afirmou que está mais do lado de quem acredita em quedas em 2009 nos EUA. “A pressão para isso existe, por conta tanto dos problemas de crédito quanto dos preços”. Ela ressalvou, porém, que esse comportamento também depende do perfil do crédito rural nos EUA e de eventuais mudanças provocadas pela crise.

Apesar do comportamento trimestral dos preços, em Illinois, Indiana, Iowa e Wiscosin as terras iniciaram abril mais valorizadas que no mesmo período de 2008. Segundo o Fed de Chicago, a exceção à regra é Michigan, mas a pesquisa não produziu dados suficientemente confiáveis para serem tabulados.

Para o banco, o fato de as cotações de milho e soja estarem em patamares inferiores aos do mesmo intervalo do ano passado – em plena euforia pré-debacle financeiro – também colabora para “segurar” os preços das terras agricultáveis atualmente.

Essas commodities se recuperaram do baque da crise nos últimos meses e seguem com cotações bem superiores às médias históricas, mas em 2008 elas atingiram máximas históricas.

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