Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Logística

BNDES libera R$ 2 bilhões para expansão da ALL

A estratégia da ALL é continuar crescendo em capacidade de transporte e volume de carga entre 10% e 12% ao ano.

Um financiamento no valor de R$ 2,15 bilhões foi aprovado ontem pelo BNDES para a ALL tocar seu plano de investimento no período 2009 e 2012. A companhia vai investir um total é de R$ 3 bilhões, dos quais 73% sairão dos cofres do BNDES com custo de TJLP mais 2% de spread e nove anos para pagar. A estratégia da ALL é continuar crescendo em capacidade de transporte e volume de carga entre 10% e 12% ao ano, como disse ao Valor o diretor de RI do grupo, Rodrigo Campos.

O novo plano apresentado ao banco, que participa do bloco de controle do grupo ALL através da BNDESPar, agradou a instituição, que tem hoje entre suas prioridades financiar o setor ferroviário. O diretor da ALL contou que esta é a quarta linha de crédito aprovada pelo banco para a companhia desde a sua privatização, em 1997. “O BNDES é nosso parceiro desde então. Nós tínhamos uma linha de financiamento de R$ 1,1 bilhão aprovada em 2007 que terminou este ano. Aí entramos com novo pedido de crédito para os próximos quatro anos visando aumentar a produtividade das nossas concessionárias até 2012”, informou Campos. Ele acredita que serão aplicados entre R$ 600 milhões a R$ 700 milhões ao ano no novo plano de investimento.

As obras projetadas incluem melhoramentos na via permanente, aquisição de material rodante e de equipamentos, instalação de sistema de informática e de segurança nas operadoras ferroviárias Malha Sul, Malha Paulista, Malha Oeste e Malha Norte. O grupo vai gastar parte dos recursos para aquisição de 58 novas locomotivas da unidade da GE no Brasil e reformar e recuperar outras 88. Também serão adquiridos, recuperados e reestruturados mais de 11 mil vagões, além de construção de terminais e pátios para movimentação de cargas e duplicação da via permanente.

A crise mudou para melhor o plano de investimento da ferrovia, disse Campos. Segundo ele, a conjuntura recessiva atrai mais carga para o modal ferroviário por ser mais barato e eficiente. “Isso torna a ferrovia e, no caso, a ALL, menos vulnerável à crise”, afirmou. Num momento de menor atividade o custo passa a ser algo muito importante para as empresas, constatou. “Por isso temos menos preocupação com a crise e estamos investindo mais para sermos eficientes e ter maior capacidade de transporte.”

O novo plano de investimento da ALL, a maior operadora logística com base ferroviária da América do Sul, cuja malha tem 21 mil quilômetros de extensão cobrindo seis estados brasileiros e a região central da Argentina, vai contribuir para a redução de custos logísticos e consequentemente do custo Brasil, disse Adely Branquinha, chefe do Departamento de Transporte e Logística do BNDES.

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