Exportações brasileiras do produto bovino para a União Europeia ensaiam recuperação.
Embarque de carne à Europa a passos lentos
As exportações brasileiras de carne bovina para a União Europeia ensaiam recuperação, mas ainda estão aquém dos volumes mensais vistos em 2007, ano em que o bloco ainda não impunha restrição ao produto brasileiro.
Levantamento da Scot Consultoria, com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, mostra que em maio, o Brasil exportou 21.320 toneladas (equivalente carcaça) ao bloco. Os volumes incluem carnes in natura, industrializada e miúdos. Sobre abril, a alta é de 0,22% e ante maio de 2008, de 5,04%.
Nesse intervalo de tempo, porém, os preços da carne subiram por causa da oferta mais restrita. Assim, em maio, as vendas totalizaram US$ 47,496 milhões, acima das US$ 36,346 milhões do mesmo mês de 2008, segundo a Scot.
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“As vendas estão melhorando, mas num ritmo lento”, diz Maria Gabriela Tonini, analista da consultoria. As vendas ao bloco caíram a partir de janeiro de 2008, quando a UE passou a exigir que apenas um número restrito de fazendas – rastreadas e certificadas – fornecesse animais para exportação a seu mercado. Atualmente, cerca de 900 propriedades são autorizadas.
No ritmo atual, dificilmente, o Brasil conseguirá retomar os volumes que vendeu à UE em 2007 – 504 mil toneladas (equivalente-carcaça). Até maio, foram 100,9 mil toneladas, 25% a menos que em igual intervalo de 2008.





















