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Economia

Frango colonial garante renda

Com processo de criação diferenciado, a carne ganha mais sabor e a valorização do produto agrada os produtores de Santa Catarina.

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O gosto mais forte e acentuado da galinha caipira fez a fama dessa ave, que ganhou a preferência de muitos consumidores. Com processo de criação diferenciado, o frango colonial, embora menos conhecido, tem a carne considerada ainda mais nobre. Os bons resultados na comercialização deste tipo de carne abriu os olhos de uma comunidade rural do Planalto Norte catarinense. Segundo os avicultores locais, o mercado é muito promissor e os bons resultados já são colhidos.

A produção do frango colonial foi estimulada em reuniões de planejamento do Projeto Microbacias 2, onde se buscou atividades econômicas, alternativas a cultura do fumo predominantes nessas comunidades, que trouxessem retorno econômico para as famílias. Os primeiros grupos de agricultores que começaram a criar o frango colonial eram compostos por poucos membros. A aceitação do produto no mercado local, no entanto, fez com que mais agricultores aderissem à atividade. Hoje são quase 40 famílias distribuídas em diversas comunidades rurais de Irineópolis (SC).

Para conseguir um produto diferenciado, é preciso cuidados especiais no manejo, na alimentação e no próprio galinheiro. O dia-a-dia na produção de frango colonial exige mais atenção por parte dos criadores. É o que explica a produtora Lucinéia Dominikoski. “É preciso muita luz durante a noite e não deixar faltar água. Também é importante que o frango fique solto por algum tempo, mas confinado na maior parte dele, oferecendo ração no período da tarde”, explica. Para ela esses cuidados especiais garantem uma carne com qualidade semelhante ao da galinha caipira, em termos de sabor e terminado em menor tempo, agradando o consumidor.

O engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) de Irineópolis, Danilo Paiva Sagaz, destaca as principais diferenças entre a galinha caipira e o frango colonial. “A galinha caipira fica solta, come de tudo, dorme perto de casa à noite e precisa de cerca de 10 meses ou um ano até ficar pronta. Já no sistema do frango colonial, o animal está pronto entre 90 e 120 dias”, explica Danilo. “A melhor qualidade da carcaça é o grande diferencial que a população da cidade procura”, revela.

Cuidados como passeio pelo pasto durante algumas horas, confinamento a noite, ração em períodos regulares, galinheiro bem cuidado, quente e seco, limpo e confortável, refletem-se em uma carne mais firme, com sabor puro e bem característico. A produtora Darlin Vivian Mareck consegue vender toda sua produção para a vizinhança e alguns mercados da cidade. “Mesmo sendo um pouco mais caro, a procura é muito boa e estamos felizes com esse negócio. Se eu tivesse mais, com certeza venderia mais”, comemora.

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