Principais bolsas da Ásia fecham em alta nesta segunda. Índice Nikkei 225 subiu 1,07%, chegando a 10.524,26 pontos.
Bolsas da Ásia em alta
Os índices das principais bolsas asiáticas encerraram o primeiro pregão da semana em alta, exceto o Xangai Composto, com o recuo na taxa de desemprego nos Estados Unidos em julho e com o aumento das encomendas às fábricas no Japão.
O Índice Nikkei 225, o principal da Bolsa de Valores de Tóquio, subiu 1,07%, a 10.524,26 pontos; o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta 2,71%, a 20.929,52 pontos; e o Kospi, de Seul, encerrou praticamente estável, com valorização de 0,01%, a 1.576,11 pontos; já o Xangai composto recuou 0,33%, a 3.249,76 pontos.
Dados sobre a situação do mercado de trabalho em julho nos Estados Unidos foram bem recebidos pelo mercado, ao mostrar fechamento de 247 mil postos de trabalho, abaixo das estimativas do mercado, de encerramento de 325 mil vagas.
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Segundo o Departamento do Trabalho, a taxa de desemprego recuou de 9,5%, em junho, para 9,4% no mês passado.
Entre os balanços corporativos, a financiadora de hipotecas subsidiada pelo governo norte-americano Freddie Mac informou que, no segundo trimestre, teve um lucro líquido atribuível à companhia de US$ 768 milhões, revertendo prejuízo líquido de US$ 821 milhões do igual período do ano passado.
No Japão, as encomendas totais de máquinas e equipamentos industriais aumentaram 2,3% em junho na comparação com maio, já descontados os fatores sazonais do período. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10) pelo Instituto de Pesquisa Social e Econômica do gabinete oficial do governo japonês (Cabinet Office).
No período de abril a junho, os pedidos de máquinas caíram 6,3% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. Para o trimestre entre julho e setembro, os empresários do setor estimam um aumento de 0,6% nas encomendas de máquinas totais.
A pesquisa é feita com 280 fabricantes de máquinas para os mais diversos setores, que respondem por cerca de 80% desse mercado no Japão. Os pedidos de máquinas servem como uma espécie de prévia da tendência econômica, já que indicam a disposição da indústria em investir em equipamentos para ampliar a produção.





















