Meta do Estado é reduzir suas emissões em 60 milhões de toneladas de monóxido de carbono (CO), em 15 anos.
Acre adere aos mecanismos de REDD
O governo do Acre disponibilizou na quinta-feira passada (13/08) na internet para consulta pública seu Projeto de Incentivo aos Serviços Ambientais. Elaborado dentro dos mecanismos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), o projeto é uma espécie de bolsa-floresta para quem não desmatar.
A meta do Estado é reduzir suas emissões em 60 milhões de toneladas de monóxido de carbono (CO), em 15 anos. O governo acreano espera que o esforço signifique R$ 400 milhões no período, que viriam do mercado internacional de carbono ou doações voluntárias de países preocupados em preservar a Amazônia, para dar a quem seguir suas metas.
Os moradores da zona rural – cerca de 30% da população do Acre – serão os primeiros contemplados. São cerca de 200 mil pessoas, 100 mil deles assentados pelo Incra. A região ao longo da BR-364, rodovia que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul e é uma das principais do estado, será uma das áreas piloto para implantação das ações previstas pelo governo. Se aprovado o projeto, o estado será um dos pioneiros no país a adotar mecanismos de REDD.
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