Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Exportação

MT é o maior exportador do Brasil

Mato Grosso apresenta crescimento e é líder dos Estados brasileiros que mais exportam.

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Mato Grosso continua a apresentar crescimento nas exportações e mantém a posição entre os Estados brasileiros que mais exportam. Desta vez, Mato Grosso foi o segundo maior saldo comercial do total do Brasil, com 30% de participação, que somam US$ 16,89 bilhões até julho. O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, diz que Mato Grosso continua com superávit no acumulado da balança comercial e registra um montante de US$ 5 bilhões nas negociações externas, entre janeiro e julho de 2009. Esse valor é 27% maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado.

Nadaf ressalta que Mato Grosso acumula expressivos US$ 5,5 bilhões nas exportações, valor 16% maior do que no mesmo período de 2008, enquanto que o Brasil registrou queda de 24,3%. “O Estado também continua sendo destaque no Centro-Oeste, onde é responsável por 63% das exportações regionais. O Distrito Federal fica com 1%, Mato Grosso do Sul com 12% e Goiás com 24%”.

No mês de julho, isoladamente, foram registrados US$ 898,50 milhões em vendas externas, 16,4% superior ao mesmo período de 2008. É a maior taxa de crescimento do país e a única positiva dentre os demais Estados, exceto Tocantins, Amapá e Piauí, que têm pouca representatividade. “Mato Grosso mantém a sexta posição no ranking dos maiores exportadores e já responde por 6,5% do total comercializado pelo país, o que é bastante expressivo”, aponta o presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Mauro Mendes.

As exportações de soja e derivados também continua no topo dos produtos mais vendidos por Mato Grosso. Ao todo, até julho deste ano, foram vendidos US$ 4,46 bilhões, o que equivale a um aumento de 22,5% em relação ao mesmo período de 2008 e responde por 81% do total das exportações estaduais. Mato Grosso respondeu por 39% das exportações de soja-grão do país, 30% do farelo, 25% do óleo de soja e 16% de glicerina. As vendas de farelo também continuam crescentes, com incrementos de 21% em valor e de 19% em volume.

As exportações de glicerina – subproduto da fabricação de biodiesel – continuam com expressivo crescimento em volume de embarques e registram queda, também acentuada, no faturamento, dado a redução de 72% na cotação média internacional. A Holanda é o principal destino, com 21% das vendas físicas. As vendas de lecitina voltaram a crescer, tanto em volume quanto em valor, dado o aumento de 49% no preço externo.

Mato Grosso respondeu por 48% das vendas externas de milho, por 53% de algodão e por 13% das exportações de couro do país, no período. O milho mantém-se como o grande destaque, com aumentos de 59% em quantidade e 84% em valor. O Irã, a Coréia do Sul e a Arábia Saudita são os principais mercados, com 18%, 8% e 7%, respectivamente. As vendas externas de algodão também apresentaram taxas positivas de 18% em valor e 32% em volume. A Indonésia e a Itália se destacam como países compradores, com 22% e 13%. No caso do couro, a forte queda de 68,7% no preço gerou uma redução de 21,5% no faturamento, mesmo com o aumento de mais de 150% no volume físico exportado. Até agora, a China e a Itália são os maiores clientes, com 64% e 21%.

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