Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Crise e meio ambiente

Crise mundial derruba emissões de CO2

Recessão provoca maior queda de emissões de gases de efeito estufa em 40 anos. Queda na produção industrial é a maior responsável pela redução.

Compartilhar essa notícia

A recessão mundial provocou uma queda sem paralelo nas emissões de gases de efeito estufa, abrindo uma “oportunidade única” para que o mundo reduza sua dependência do modelo de crescimento baseado em carbono.

A avaliação faz parte de um estudo da Agência Internacional de Energia, o primeiro sobre o impacto da crise sobre as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global.

Segundo a agência, o CO2 emitido pela queima de combustíveis fósseis teve uma “redução significativa” este ano – a maior em 40 anos. A queda será ainda maior que a registrada durante a recessão de 1981, que veio após a crise do petróleo.

A diminuição da produção industrial é a maior responsável pela redução das emissões, mas outros fatores também foram importantes, entre eles a suspensão de planos de obras de muitas usinas termelétricas a carvão devido à retração da demanda e falta de crédito.

Pela primeira vez, políticas governamentais também tiveram um impacto importante no corte de emissões. A AIE estima que cerca de 25% da redução se deveu a regulamentações – uma proporção “sem precedentes”, diz o estudo. Três iniciativas deram mais resultado: a meta adotada pela União Europeia de reduzir as emissões em 20% até 2020; os padrões americanos para emissões de carros; e as medidas de maior eficiência energética da China.

O economista-chefe da AIE, Fatih Birol, diz que a redução das emissões foi “surpreendente” e que pode fazer com que as reduções de emissões defendidas pelos cientistas para deter o aquecimento fiquem “muito menos difícil”.

“Temos uma nova situação, com as mudanças na demanda por energia e o adiamento de muitos investimentos em energia”, disse Birol. “Mas isso só tem efeito se conseguirmos fazer uso dessa janela de oportunidade. [Ou seja,] um acordo em Copenhague.

O estudo da AIE que fala da redução das emissões é parte do relatório anual sobre energia no mundo, que será publicado em novembro. O trecho será divulgado no início de outubro – em tempo de municiar líderes políticos e negociadores que participarão das últimas sessões de debates que antecedem a conferência climática de Copenhague.

Assuntos Relacionados
meio ambientesustentabilidade
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344