Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Crise global

Crise compromete exportações brasileiras

Exportações do País terão queda de US$ 40 bilhões como reflexo da crise mundial. Brasil não deve alcançar US$160 bi em exportações no ano.

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior acredita que o Brasil não deverá alcançar a meta de 160 bilhões de dólares em exportações neste ano definida pelo governo.

“Dificilmente vamos chegar a 160 bilhões de dólares de exportações neste ano… Seguramente será inferior a 160 bilhões, mas ainda não fizemos a conta”, disse ontem (01/10) o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, em entrevista coletiva para comentar o desempenho da balança comercial de setembro.

É mais provável, segundo ele, que as vendas externas fechem 2009 próximas ao volume atual acumulado em 12 meses, de 158,9 bilhões de dólares. “O problema é a recuperação lá fora, dos nossos compradores”, disse Barral, referindo-se aos efeitos da crise econômica global.

Pela manhã, o ministério divulgou que a balança comercial encerrou setembro com superávit de 1,33 bilhão de dólares  -segundo pior resultado mensal deste ano.

O saldo é resultado de 13,864 bilhões de dólares em exportações e 12,534 bilhões de dólares em importações.

Neste ano, o desempenho no último mês só perde para janeiro, quando a balança foi deficitária em 529 milhões de dólares. Frente a agosto, o superávit comercial caiu 56,5 por cento. Em relação a setembro do ano passado, houve queda de quase 52 por cento.

Mesmo assim, o superávit acumulado no ano, de 21,275 bilhões de dólares, supera os 19,686 bilhões de dólares de igual período de 2008.

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central esperam que o Brasil feche o ano com superávit comercial de 25,3 bilhões de dólares. Em 2010, o saldo positivo deve desacelerar para 18 bilhões de dólares.

Manufaturados – Apesar da queda de 30,5% na comparação com setembro do ano passado, Barral comemorou a alta de 10,3% nos embarques de produtos manufaturados no mês passado sobre agosto, totalizando 6,162 bilhões de dólares.

“O Brasil está conseguindo exportar mais manufaturados. O mês de setembro foi o melhor mês do ano para as exportações de manufaturados”, disse, lamentando a redução dos preços dessas mercadorias devido à maior competição no mercado internacional.

As exportações de produtos manufaturados que mais subiram foram as de aviões e laminados planos.

As vendas de produtos básicos, no entanto, recuaram 9,6 por cento ante agosto e caíram 22,4 por cento contra setembro do ano passado, somando 5,503 bilhões de dólares no mês passado.

“Caíram as exportações de básicos em setembro. O que compensou foi as exportações de manufaturados”, afirmou.

Ele disse esperar que esse movimento continue a ocorrer nos próximos meses.

O secretário de Comércio Exterior também lamentou a queda das exportações para os Estados Unidos, mas destacou que há uma recuperação tímida das vendas para o Mercosul e destacou a Argentina. A China é o único grande mercado que comprou mais do Brasil em setembro e também no acumulado do ano frente os mesmos períodos de 2008.

Quanto às importações, o secretário salientou o crescimento de 20,2% das compras de bens de capital em setembro na comparação com agosto, para 2,775 bilhões de dólares. Na comparação com setembro de 2008, houve queda de 18,5%. “As empresas estão investindo em maquinário”, observou.

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