Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Exportação

Indicação Geográfica ajuda exportação

Superintendente da agricultura de SC explica benefícios da IG para agregar valor ao produto. China possui mais de 3 mil IG’s reconhecidas.

Optar pela produção de alimentos com Indicação Geográfica (IG) pode fazer a diferença na hora de exportar. Essa forma de agregar valor ao produto foi apresentada, na última quinta (22/10), pelo superintendente Federal de Agricultura em Santa Catarina, Francisco Van de Casteele, a produtores de Xanxerê (SC) que participam do 29º Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEx).

Os produtos com Indicação Geográfica têm características relacionadas ao local de origem e podem ser classificados com Indicação de Procedência – assume o nome do local de fabricação – ou por Denominação de Origem, quando caracterizam-se pelas tradições e costumes da região. “Os produtores organizados, em ação coletiva, devem trabalhar para o registro da identidade”, enfatizou o superintendente.

Entre as vantagens apresentadas por Van de Casteele, está a distinção do produto pelos consumidores, com garantia de qualidade, agregação de valor, facilitação de ações de marketing e reconhecimento internacional. “Além disso, o IG protege pequenas cadeias de produção de alimentos e evita a concorrência desleal”, completou.

Segundo o superintendente, em alguns países a valorização da produção já é bastante utilizada. A China possui cerca de três mil indicações geográficas reconhecidas. Ele ressalta, no entanto, que no Brasil ainda existem poucas formas de identificar a produção de acordo com o local de origem. A cachaça de Paraty, as frutas do Vale do São Francisco, o couro do Vale do Sinos e os vinhos do Vale dos Vinhedos são alguns exemplos.

IG em Santa Catarina – Potenciais indicações geográficas catarinenses também foram citadas pelo representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa): os Vales da Uva Goethe, no sul catarinense, a maçã do município de São Joaquim e o queijo serrano, característico das serras de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

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