Segundo FGV, alimentos in natura agem diretamento no índice inflacionário uma vez que são mais caros.
Alimentos in natura puxam a inflação
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC- S) registrou uma alta de 0,22% na terceira prévia do mês, ante variação de 0,20% verificada no levantamento anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o resultado foi puxado pelo aumento dos preços do grupo alimentação (de 0,01% para 0,13%), influenciado pelos alimentos in natura.
Os grupos vestuário (de 0,45% para 0,82%) e educação, leitura e recreação (de 0,17% para 0,33%) também registraram alta.
Os dados divulgados pela FGV mostram que os principais itens com variação positiva foram a batata-inglesa (27,19%), o tomate (10,64%), a cebola (13,33%), o álcool combustível (5,42%) e o condomínio residencial (0,96%).
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Os seguintes itens tiveram deflação: leite longa vida (-7,78%), manga (-30,29%), pimentão (-8,37%), pescada branca (-13,36%) e carne moída (-2,56%).






















