Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado Externo

Exportações argentinas caem

A queda nas exportações no país vizinho, em 2009, deverá alcançar 20%. Números refletem a crise internacional.

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As exportações argentinas fechariam este ano com um decréscimo de 20% em relação a 2008, segundo estimou ontem um informativo do Instituto de Estudos da Realidade Argentina e Latino-americana (Ieral), da Fundação Mediterrânea.

“O ano de 2009 poderá terminar com uma queda das exportações totais de 20% no ano, na média entre 2007 e 2008”, disse. O estudo avaliou que as exportações de manufaturas de origem industrial (MOI), e em particular as exportações de veículos, mostram “plenamente” o impacto da crise internacional. Da mesma forma, também mostraram “certa recuperação nos últimos meses”.

Também disse que as exportações de veículos em 2009 caíram 19%, mas “sinalizam fechar o ano com saldo positivo”.

Efeito da seca

“Alguma coisa diferente ocorre com as exportações de manufaturas de origem agropecuária (MOA), influenciadas por condições climáticas adversas e também por excessivos ajustes e pressão tributária por parte do governo”, disse.

Neste sentido, afirmou que as exportações MOA também registraram em 9 meses uma queda de 11,5% em relação a 2008.

“No entanto, os dados mensais não são semelhantes devido a irregularidades que acabaram postergando as decisões de exportar produtos provenientes do campo”,completou.

Assim, explicou que em agosto e setembro de 2008 “foram atípicos” já que se conduziram exportações postergadas pelo conflito entre o governo e o campo, nos meses anteriores.

Por outro lado, o estudo mostrou que no ano de 2009 o campo se viu “afetado pela magra colheita 2008/2009 de 58 milhões de toneladas, pelo fator climático e também pelas intervenções públicas”.

O Ieral estimou que “assim como que durante o ano o valor das exportações industriais mês a mês ficou entre os níveis de 2007 e 2008, provavelmente os últimos meses do ano mostrem um comportamento similar, com exportações a um valor maior ou igual ao de 2007”.

Superávit recorde

Cabe recordar que, mesmo com a queda das exportações, a Argentina fechará o ano com um importante superávit comercial, produto da forte queda das importações.

Segundo informou na sexta-feira passada o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o balanço lançou um resultado positivo de 1.182 milhões de dólares, 16% a mais que em outubro do ano passado.

Nos primeiros 10 meses do ano passado, o intercâmbio comercial foi de superávit em 14.439 milhões de dólares, quase 30% a mais que o mesmo período de 2008.

A menor demanda pela recessão durante grande parte do ano e das políticas do governo para administrar a entrada de produtos do exterior acabaram contribuindo para conseguir estes números no meio da crise.

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