Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Bovinos

Missão no MT

Expedição composta de técnicos da União Européia chega a Mato Grosso no próximo dia 02 de março. Serão feitas auditorias em frigoríficos.

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Uma missão composta de técnicos da União Européia (UE) chega a Mato Grosso no próximo dia dois de março para auditar fazendas e plantas frigoríficas habilitadas a exportar carne in natura para o mercado europeu. O objetivo é verificar se as exigências do sistema de rastreabilidade bovina vem sendo cumpridas pelas indústrias e propriedades credenciadas, com vistas a manter a relação comercial com Mato Grosso. Seis técnicos integram a missão.

De acordo com Patrícia Cristina Borges Dias, da área do Sisbov (Sistema de Rastreabilidade Bovina) da Superintendência Regional do Mapa e coordenadora do programa em Mato Grosso, a visita ao Estado deverá durar uma semana. Além de Mato Grosso, outros Estados – como Mato Grosso do Sul e Goiás – também deverão ser incluídos na agenda dos europeus, que permanecerão no Brasil até o próximo dia 15 de março. Atualmente, 338 propriedades estão aptas a exportar para a UE. Os técnicos vão checar a situação das propriedades enquadradas no Sisbov, o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina – condição número um para quem quer exportar carne in natura para o bloco europeu – e verificar a situação sanitária com vistas a confirmar a origem da carne e a manutenção das relações comerciais com a Europa.

Fonte ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que por uma “questão estratégica” o órgão não pode adiantar os nomes das propriedades a serem visitadas. “A missão será composta por duas equipes, cada uma devendo visitar pelo menos dois Estados. Mas não podemos informar agora quais os municípios [a serem visitados], muito menos os nomes das propriedades e as plantas frigoríficas”.

De acordo com o Mapa, 11 plantas de Mato Grosso estão habilitadas a exportar carne in natura para a União Européia dentro das normas da rastreabilidade.

São cinco do grupo Friboi – localizados nos municípios de Cuiabá, Barra do Garças, Pedra Preta, Araputanga e Quatro Marcos – dois do grupo Marfrig (Tangará da Serra e Paranatinga), além das unidades da Perdigão (Mirassol D’Oeste), Sadia (Várzea Grande), Frialto (Sinop) e Mataboi (Rondonópolis).

Exigências – O objetivo da rastreabilidade é identificar, registrar e monitorar, individualmente, todos os bovinos e bubalinos nascidos no Brasil ou importados. Entre as exigências previstas no programa de rastreabilidade está a adoção de brincos ou chips eletrônicos para a identificação dos bovinos, bem como o seu registro por um período mínimo de 90 dias na base de dados do Mapa.

De acordo com o Mapa, as normativas do Sisbov aplicam-se a todas as propriedades rurais de criação de bovinos e bubalinos interessadas a exportar para a Europa e às indústrias frigoríficas que processam esses animais, gerando produtos e subprodutos de origem animal e resíduos de valor econômico, e às entidades credenciadas pelo Mapa como certificadoras.

o Sisbov é o conjunto de ações, medidas e procedimentos adotados para caracterizar a origem, o estado sanitário, a produção e a produtividade da pecuária nacional e a segurança dos alimentos provenientes dessa exploração econômica.

A rastreabilidade prevê um rigoroso controle de certificação do rebanho, que envolve a identificação dos animais. A adesão ao Sisbov é voluntária para os produtores rurais, porém será obrigatória somente em caso de comercialização de carne bovina e bubalina para mercados que exigem a rastreabilidade, como a União Européia.

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