Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Agroindústrias

Agenda comum do agronegócio

Setores do agronegócio devem defender agenda comum, diz ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.

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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, defendeu, nesta sexta-feira (5), uma agenda comum para estruturar os próximos passos do setor. “O ministério segue uma pauta para preparar a agricultura para o futuro, mas isso não pode partir só do governo. É preciso que todos os envolvidos, direta ou indiretamente, promovam o agronegócio dentro de sua importância para a economia”, disse Stephanes, durante a abertura do 31º Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEx), em Londrina/PR. 

O ministro destacou como item principal dessa agenda a pesquisa científica aplicada ao desenvolvimento de novas tecnologias de produção. Ele ressaltou que, mesmo com o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e instituições estaduais de pesquisa, é preciso outros investimentos na área para que a pesquisa avance e se torne mais eficiente. “Podemos trazer a biotecnologia e nanotecnologia para a agricultura”, exemplificou.

A defesa sanitária animal e vegetal foi o segundo ponto levantado pelo ministro como estratégico para o progresso da agropecuária. “O mundo está cada vez mais exigente e rigoroso em termos de qualidade do produto que vai consumir”, afirmou. Ele lembrou que as questões sanitárias podem causar prejuízo econômico a um país exportador, citando o caso da febre aftosa em Mato Grosso do Sul, em 2005. “Perdemos vários mercados e, mesmo com a recuperação de alguns deles, ainda não conseguimos reabrir outros grandes, como o Japão”, lamentou.

“Situação confortável” – Apesar dos problemas enfrentados no passado, ele acredita que o Brasil está, hoje, em situação “confortável” na relação a outras nações importadoras. “Todos os problemas que tivemos com Estados Unidos, Rússia, União Europeia, China e Chile estão praticamente resolvidos. Mas, essa é uma área da qual não podemos descuidar”, avisou.

O avanço no comércio exterior também está entre as prioridades apontadas por Stephanes. “A nossa função é trabalhar constantemente na abertura de novos mercados e promoção dos produtos brasileiros lá fora, para que o nosso agricultor possa aumentar a renda”, explicou. O ministro disse, ainda, que a ação não pode ser voltada apenas para itens de grande importância na pauta exportadora brasileira, mas para outros nichos de mercado, como o mel, a cachaça e produtos orgânicos.

Infraestrutura – Stephanes ressaltou a logística adequada ao comércio agropecuário como item de debate permanente. “O agricultor brasileiro é eficiente “da porteira para dentro”, mas quando sai, há distâncias enormes para transportar soja, por exemplo, com perda de renda por falta de uma infraestrutura adequada”, comentou. Segundo o ministro, as questões já estão sendo estudadas e acredita que, no Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC), em elaboração, grande parte dos gargalos deve ser resolvida.

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