Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Fertilizantes

Adubo sustentável

Para ministro Stephanes, a exploração mineral para fertilizantes pode ser feita de maneira sustentável, sem prejuízos ambientais.

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A futura exploração de matérias-primas para fertilizantes não acarretará em prejuízos ambientais, na opinião do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes. Ele participou, nesta terça-feira (23), de audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, onde debateu a autossuficiência brasileira em potássio, fósforo e nitrogenados, minerais que servem de base para a produção do insumo. “A discussão de questões ambientais na exploração mineral vai surgir de maneira muito forte, mas temos tecnologia para explorar e recompor a floresta da maneira que quiserem”, enfatizou.

O ministro Stephanes assegurou aos senadores que “é possível realizar exploração mineral para fertilizantes sem desrespeitar a legislação ambiental brasileira, uma das mais restritivas do mundo”. Hoje, apenas um artigo de lei sobre reciprocidade poderia resolver e esclarecer essa questão: “vamos exigir reciprocidade dos países de onde importamos determinados produtos para ver se estão obedecendo as mesmas leis ambientais que somos obrigados seguir”, frisou.

Como exemplo, Stephanes citou a imposição ambiental com obstáculos ao plantio do dendê no País mesmo em áreas degradadas. “Importamos dendê da Malásia, aceitando a derrubada de florestas. Por que não exigir reciprocidade? Isso resolveria o nosso problema no Brasil imediatamente”, concluiu.

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