Divergência entre ministério da Fazenda e Agricultura prejudica a política de preços mínimos e, também, os agricultores.
PGPM prejudicada
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse ontem que existem divergências com o Ministério da Fazenda em relação à política de comercialização de alimentos, afetando os produtores. “Estamos há três meses sem interferir na comercialização de feijão, milho e trigo por questões burocráticas da Fazenda”, afirmou, acrescentando que a divergência está prejudicando a política de preços mínimos de produtos.
Para a Conab realizar leilões de apoio à comercialização e sustentar o preço pago ao agricultor, é preciso uma portaria interministerial, assinada pelos ministros da Agricultura, do Planejamento e da Fazenda, autorizando as operações. O Ministério da Agricultura faz os leilões, e o da Fazenda controla a liberação de recursos do Tesouro Nacional. Mas as duas pastas não chegam a um acordo. Enquanto o primeiro ministério cobra maior agilidade, o segundo exige um maior detalhamento em relação a cada medida de apoio.
Leia também no Agrimídia:
- •Brasil avança na biotecnologia com primeiro suíno clonado pela USP
- •Mauricéa Alimentos exporta para 35 países e alcança capacidade de 420 mil frangos/dia
- •Oeste domina suinocultura de SC com 70% da produção e mantém Concórdia na liderança
- •Exportação de farinha de vísceras de aves amplia presença do Brasil no mercado chinês





















