Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Mercado Externo

Sem subsídios ao etanol

Associações das cadeias de carnes nos EUA defendem o fim do subsídio ao etanol produzido a partir do milho norte-americano.

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Sem subsídios ao etanol

Diversas entidades dos Estados Unidos, que representam os principais grupos cárneos [American Meat Institute (carnes), National Turkey Federation (peru), National Chicken Council (frango), National Pork Producers Council (suíno) e National Cattlemen’s Beef Association (boi), na nomenclatura em inglês], querem o fim do subsídio pago aos produtores de etanol até o final do ano, devido aos impactos negativos sobre os seus negócios. A ajuda do governo norte-americano já dura 30 anos.
 
“Embora apoiemos a necessidade de encontrarmos fontes renováveis e alternativas de energia, acreditamos firmemente a indústria de etanol à base de milho está pronta para operar em condições de igualdade com outras commodities que dependem do milho”, diz o documento feito pelos grupos da carne, enviado à representantes do governo dos EUA. “Favorecer um segmento da agricultura em detrimento de outro não beneficia a agricultura como um todo, tampouco os consumidores que compram nossos produtos”.

Segundo os representantes do setor cárneo, o subsídio pago aos produtores de milho, que utilizam o cereal como matéria prima do etanol, aumentam os custos da ração animal e resulta na perda de empregos e falências em comunidades rurais de toda a América. “Embora tenha havido algum alívio recente nos preços do milho, as cotações atuais de mercado são ainda 50% maiores em relação ao período pré-RFS [padrões de combustíveis renováveis]”, escreveu o grupo.

Veja o documento completo, em inglês, aqui.

Por outro lado, a Associação de Combustíveis Renováveis dos EUA emitiu o seu próprio comunicado desqualificando os argumentos dos grupos da carne. “O etanol não é a principal força por trás dos preços do milho. Os preços do petróleo, a especulação, o clima, e uma série de outros fatores têm muito mais a ver com o preço do milho do que a produção de etanol”.

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