Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil x EUA

Sem retaliações

Brasil e Estados Unidos iniciam nova fase das negociações para evitar retaliação comercial no contencioso do algodão.

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O Brasil e os Estados Unidos marcaram para os dias 10 e 11, em Washington, o início da nova fase de negociação sobre o acordo para Brasília não retaliar produtos americanos no contencioso do algodão. O Brasil quer saber detalhes de como os EUA vão implementar a decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) para eliminar subsídios julgados ilegais que concede a seus cotonicultores, informou o embaixador brasileiro em Genebra, Roberto Azevedo.

De um lado, os americanos já se comprometeram a pagar compensação anual de US$ 147,7 milhões, dividido em parcelas mensais, para os produtores brasileiros, enquanto persistirem os subsídios domésticos ilegais. Falta esclarecer, quanto às garantias de credito para exportação, o que os EUA fará até 2012, quando o Congresso americano deverá aprovar uma nova lei agrícola. A parte difícil da negociação bilateral na verdade só agora vai começar, quando os dois lados entraram nos detalhes mais técnicos.

A indústria farmacêutica, que tinha patentes ameaçadas pela retaliação cruzada, está satisfeita com o andamento das discussões. “O possível acordo é um elemento a mais para que a industria considere o Brasil em posição privilegiada para receber investimentos, porque demonstra cautela e habilidade de como o governo brasileiro trabalhou”, afirmou ontem, em Genebra, o presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma), Antonio Brito.

A indústria farmacêutica acompanha agora de perto as discussões entre o Brasil e a Índia para atacar a União Europeia (UE) na OMC, por causa de apreensão de remédios genéricos em trânsito por portos europeus. “Nosso problema não é com a Índia, mas de como se evitar falsificação de remédios”, esclareceu Brito. As suspeitas em São Paulo são de que muitos remédios falsificados procedem da Índia e entram no Brasil via Paraguai. Ele disse que a indústria está satisfeita no Brasil com nova regulamentação Anvisa, que endurece o controle na importação de insumos para medicamentos.

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