Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Brasil x EUA

Sem retaliações

Brasil e Estados Unidos iniciam nova fase das negociações para evitar retaliação comercial no contencioso do algodão.

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O Brasil e os Estados Unidos marcaram para os dias 10 e 11, em Washington, o início da nova fase de negociação sobre o acordo para Brasília não retaliar produtos americanos no contencioso do algodão. O Brasil quer saber detalhes de como os EUA vão implementar a decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) para eliminar subsídios julgados ilegais que concede a seus cotonicultores, informou o embaixador brasileiro em Genebra, Roberto Azevedo.

De um lado, os americanos já se comprometeram a pagar compensação anual de US$ 147,7 milhões, dividido em parcelas mensais, para os produtores brasileiros, enquanto persistirem os subsídios domésticos ilegais. Falta esclarecer, quanto às garantias de credito para exportação, o que os EUA fará até 2012, quando o Congresso americano deverá aprovar uma nova lei agrícola. A parte difícil da negociação bilateral na verdade só agora vai começar, quando os dois lados entraram nos detalhes mais técnicos.

A indústria farmacêutica, que tinha patentes ameaçadas pela retaliação cruzada, está satisfeita com o andamento das discussões. “O possível acordo é um elemento a mais para que a industria considere o Brasil em posição privilegiada para receber investimentos, porque demonstra cautela e habilidade de como o governo brasileiro trabalhou”, afirmou ontem, em Genebra, o presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma), Antonio Brito.

A indústria farmacêutica acompanha agora de perto as discussões entre o Brasil e a Índia para atacar a União Europeia (UE) na OMC, por causa de apreensão de remédios genéricos em trânsito por portos europeus. “Nosso problema não é com a Índia, mas de como se evitar falsificação de remédios”, esclareceu Brito. As suspeitas em São Paulo são de que muitos remédios falsificados procedem da Índia e entram no Brasil via Paraguai. Ele disse que a indústria está satisfeita no Brasil com nova regulamentação Anvisa, que endurece o controle na importação de insumos para medicamentos.

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