Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Mercado Interno

Mais carne suína no prato

Criadores de suíno lançaram uma campanha para incentivar o consumo da carne. A ideia é aproximar a quantidade que o brasileiro come por ano dos padrões europeus.

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Criadores de suíno lançaram uma campanha para incentivar o consumo da carne. A ideia é aproximar a quantidade que o brasileiro come por ano dos padrões europeus.

Toda vez que faz frio o criador Ovídio Sebastiani vende mais suínos e consegue um preço melhor. Ele é dono de uma criação com 20 mil animais. Abate 900 cabeças por semana. Ele explicou que um dos responsáveis pelo mercado em alta nesta época do ano é um prato bem brasileiro que tem como ingredientes a carne de porco.

“O povo brasileiro adora uma feijoada. Isso é muito antigo. É um costume. Todos gostam de uma feijoadinha na época do frio”, disse seu Ovídio.

De fato, o seu Ovídio tem razão. A feijoada, que normalmente é servida as quartas e sábados nos restaurantes brasileiros, tem a preferência do consumidor quando a temperatura cai.

“No frio a gente procura fazer mais feijoada, reunir a família. Eu gosto do sabor da carne de porco. Em casa se consome muito. O pessoal gosta bastante”, contou o vendedor Luiz Roberto Oliveira.

O consumo de carne suína no Brasil é de 13 quilos por habitante. Na Europa, chega a 45 quilos. Os criadores brasileiros acham que esse índice pode melhorar muito e que a carne de porco não deve ser apenas ingrediente da feijoada.

Em vez do conhecido pernil, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) quer mostrar ao consumidor que carne de porco tem outros tipos de cortes. Filé mignon, patinho e picanha são alguns deles.

Com cartilhas de receitas e dicas de como aproveitar a carne suína, a meta é aumentar o consumo no Brasil em dois quilos por habitante em três anos.

“O nosso mercado interno sendo forte, como é, esses dois quilinhos representam 200 mil matrizes. É uma verdadeira revolução no campo. Em nível de investimento, seria necessário um bilhão de reais para fazer dois quilos a mais”, calculou Fernando Barros, da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Mais de 80% da produção nacional de carne de porco tem como destino o mercado interno.

Veja o vídeo da matéria do Globo Rural aqui.

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