Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Suínos no NE

Atividade suinícola avança na região Nordeste. PNDS apoia desenvolvimento do setor e quer fomentar consumo da carne suína.

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Suínos no NE

A produção da suinocultura cearense foi 10% maior neste primeiro semestre do que igual período de 2009. Para dar um impulso ainda mais intenso ao setor, o Estado vai participar, no próximo ano, do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS), que irá destinar, até 2013, R$ 9 milhões para nove unidades federativas do País, sendo R$ 900 mil para o Ceará. O objetivo da ação é aumentar em 2kg per capita o consumo anual da carne de porco.

Atualmente, o índice médio nacional de consumo é de 13kg para cada brasileiro, anualmente. Bem menor do que países europeus como Espanha e Holanda (45kg por pessoa). Contudo, ainda é mais que o dobro do que é consumido pelos cearenses (5,5kg por ano).

Para o presidente da Associação dos Suinocultores do Ceará (Asce), Paulo Hélder de Alencar Braga, caso a meta seja alcançada, serão acrescidas 200 mil novas matrizes (fêmeas) ao fim dos três próximos anos, o que acarretaria em mais emprego em toda a cadeia econômica do setor. Para ele, para que o objetivo seja atingido, a principal mudança trazida pelo PNDS, do Governo Federal, será a apresentação da carne nos frigoríficos e supermercados.

“A carne de porco vai ser apresentada de forma diferente nas gôndolas, espetinho, filé, chã de dentro e de fora, picanha, lombo, enfim, com o mesmo corte da carne bovina. O projeto vai capacitar profissionais para realizarem esse tipo de corte, que aumentará as vendas. Em Brasília, isso já deu resultado”, diz Paulo, reforçando que, paralelamente, será feita campanha educativa sobre os benefícios da carne suína.

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