Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

América Latina vive ‘boom’ econômico

Sondagem da FGV e do instituto alemão IFO aponta melhora na América Latina, mas especialistas ainda estão cautelosos.

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Beneficiado pelas melhores condições econômicas na região, o Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina subiu de 5,6 para 6,0 pontos entre abril e julho de 2010, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o instituto alemão IFO, divulgada nesta quarta-feira. A sondagem mostra que a região está em uma fase de “boom” econômico pela primeira vez desde julho de 2007.

De acordo com as instituições, a avaliação dos analistas quanto à situação atual da economia latino-americana melhorou no período. “A série histórica do índice, desde janeiro de 1990, mostra que uma pontuação de clima econômico na casa dos 6 pontos deve ser interpretado como muito favorável”, diz a FGV em nota.

Apesar do avanço do ICE, a sondagem mostra que estão menos otimistas as expectativas dos especialistas quanto aos rumos futuros da economia na América Latina para os próximos meses. Isso é perceptível nos resultados dos dois subindicadores que formam o ICE. De acordo com as entidades, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu de 4,7 para 5,8 pontos, entre abril e julho. Já o Índice de Expectativas (IE) recuou de 6,4 para 6,2 pontos no período.

Mesmo com a melhora, as instituições informam que a situação da economia latino-americana sugere “cautela”. As organizações avaliam que os especialistas consultados não pareciam estar seguros da solidez da recuperação econômica regional. A piora na avaliação das expectativas na economia dos 11 países analisados para a sondagem não foi uma novidade: a sondagem começou a apresentar sinais de uma trajetória declinante para as perspectivas econômicas na região a partir de outubro do ano passado. Na sondagem, foram ouvidos 149 especialistas em 17 países durante o mês de julho. “A situação na América Latina, assim como no mundo, sugere cautela. Nos países latinos analisados, as expectativas começaram a apresentar uma trajetória declinante a partir de outubro de 2009 ou janeiro de 2010”, acrescentou a FGV.

Países – O Brasil continuou a mostrar em julho o segundo melhor clima econômico entre os países da América Latina, perdendo apenas para o Peru, que ocupa a primeira posição. A informação consta da Sondagem Econômica da América Latina, feita em parceria pelo Institute for Economic Research at the University of Munich (Instituto IFO) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a pesquisa, o Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil subiu de 7 pontos para 7,4 pontos de abril para julho, dentro de uma escala de zero a 9 pontos. O indicador é calculado com base nas respostas obtidas na sondagem.

Entre os 11 países pesquisados para a sondagem, seis apresentaram em julho ICE acima da média do indicador na região latino-americana, que foi de 6,0 pontos no mês. Além do Brasil, é o caso de Peru (7,5 pontos), Uruguai (7,1 pontos), Chile (6,8 pontos), Paraguai (6,2 pontos) e Colômbia (6,1 pontos). Os outros países ainda mostram clima econômico abaixo da média. É o caso de Argentina (5,1 pontos), México (4,9 pontos), Bolívia (4,8 pontos), Equador (4,3 pontos) e Venezuela (2,6 pontos).

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