Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Insumos

“Disputa” com milho valoriza soja

Histórica relação entre preços dos insumos influenciou o comportamento de ambos em Chicago (EUA).

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“Disputa” com milho valoriza soja

Uma histórica relação entre preços de soja e milho influenciou o comportamento de ambos ontem na bolsa de Chicago. E, após uma sequência de expressivas valorizações do milho, que na esteira dos problemas de oferta global de trigo chegou a atingir o maior patamar em 23 meses no mercado, foi dia da soja subir mais forte e voltar a ganhar “folga” na relação.

No plantio de grãos, soja e milho muitas vezes disputam a primazia em uma mesma área. Nos Estados Unidos, levados em conta aspectos agronômicos e mercadológicos – além de uma pendência natural para o milho, preferido pela maior parte dos produtores até por questões culturais -, calcula-se que o ponto de equilíbrio dos preços de ambos, para que nenhum tenha vantagem clara no plantio, é quando a soja vale duas vezes mais do que o milho.

A lógica, é claro, pode ser transferida para a comercialização, que no momento está em fase inicial nos EUA e que terá reflexos na próxima safra. E a soja, antes da crise do trigo, aparecia com larga vantagem sobre o milho, com destaque para o peso da demanda da China, maior país importador da oleaginosa, na formação dos preços. Mas o milho reagiu, o que agora puxou a soja.

No último dia 7, já em meio à escalada do milho, a divisão entre a cotação de fechamento dos futuros de segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez) da soja e a do milho ainda resultava em 2,26. No dia 14, com o milho ganhando força, baixou para 2,09. Ontem, com a maior alta da soja, a divisão voltou a 2,26, fortalecendo a competitividade tendo em vista o próximo plantio, como afirmou Sid Love, analista Kropf & Love Consulting, à agência Dow Jones Newswires.

O bushel da soja para janeiro (segunda posição) fechou a US$ 10,5375, alta de 7,50 cents. Já o bushel do milho para março (segunda posição) subiu 0,25 cent, para US$ 5,0850 por bushel.

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