Com perpectiva da demanda chinesa, maior nível de cotações dos grãos em mais de dois anos é atingido em Chicago (EUA).
Grãos nas alturas

Diante da perspectiva de aumento da demanda chinesa por commodities, os preços da soja e do milho na bolsa de Chicago tiveram mais um dia de valorização. Os contratos de soja para janeiro terminaram o pregão de ontem no patamar mais elevado de setembro de 2008, a US$ 12,36 por bushel, alta de 5 centavos (0,4%).
No caso do milho, a alta de ontem (1,1%) levou as cotações para o nível mais alto desde agosto de 2008. Os contratos para março fecharam valendo US$ 5,9025 por bushel, ganho de 6,25 centavos.
A indústria chinesa de processamento de soja informou ontem em seu site que apenas nesta semana foram importadas da América do Sul 250 mil toneladas do grão, segundo a Bloomberg. “A única maneira de a China desacelerar sua inflação é de importar mais alimentos”, disse à Bloomberg Ben Buckner, analista da AgResource.
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No caso dos embarques americanos de soja, o USDA informou que na semana encerrada em 14 de outubro foram exportadas 2,02 milhões de toneladas. O volume representa um incremento de 85% sobre a semana anterior. Desse total, 72% foram enviadas à China.





















