Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Recursos para agricultura

Se não for cortado, orçamento utilizado pelo Ministério da Agricultura para a política agrícola deste ano atingirá R$ 5,2 bilhões.

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Recursos para agricultura

O Ministério da Agricultura deverá contar com o maior orçamento da história para sustentar preços e garantir eventuais aquisições da abundante produção nacional de grãos, fibras e cereais em 2011. A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) terá R$ 5,2 bilhões neste ano.

A proposta de orçamento aprovada pelo Congresso Nacional ainda terá de passar pelo crivo do governo, o que pode reduzir os recursos à disposição por meio do chamado contingenciamento (bloqueio) de verbas. O governo já deu sinais claros de que terá que cortar o orçamento de todos os ministérios.

Ameaçados pelos cortes temporários estão os recursos recordes para o seguro rural, uma das áreas mais sensíveis para a administração do setor rural. Ao seguro, que banca metade do custo das apólices aos produtores, foram autorizados R$ 406 milhões. No ano passado, foram autorizados R$ 238,7 milhões.

Além disso, os parlamentares incluíram R$ 500 milhões para o Fundo de Catástrofe. O recurso será usado pelo governo para atrair as seguradoras ao negócio via garantias adicionais em casos de sinistros generalizados em alguma região ou cultura.

O ministério terá ainda sob sua tutela os orçamentos recordes para a defesa agropecuária e as pesquisas da Embrapa, ambos “blindados” em lei contra eventuais contingenciamentos orçamentários. A Embrapa terá R$ 1,8 bilhão para manter seus projetos em 2011. As ações de defesa sanitária animal e vegetal terão 223,4 milhões. A erradicação da febre aftosa tem R$ 61,5 milhões e a rede nacional de laboratórios, outros R$ 25 milhões.

Na comparação das previsões feitas pelas principais administrações da área rural para 2011, o Ministério da Agricultura terá um orçamento de R$ 8,11 bilhões e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, R$ 4,3 bilhões. Essas estimativas são recordes históricos para ambos.

Apesar disso, o relatório final aprovado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso alertou, porém, para a baixa execução orçamentária de ambos em 2010. O Ministério da Agricultura, de acordo com o relatório, empenhou apenas 57,3% dos R$ 2,85 bilhões autorizados até meados do mês de novembro.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário empenhou 53,9% dos R$ 3,24 bilhões autorizados. Menos eficiente ainda, segundo o relatório, foi o Ministério da Pesca. A Pasta empenhou apenas 28,6% do total de R$ 788,8 milhões no ano passado.

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