Cereal lidera valorização semanal dos grãos nos Estados Unidos. Soja e trigo também estão valorizados em Chicago.
Milho em alta

Os principais grãos intercambiados no mercado internacional (milho, trigo e soja) encerraram a sexta-feira mais valorizados do que no fim da semana anterior na bolsa de Chicago, principal referência global para seus preços. Segundo cálculos do Valor Data, o milho foi o que mais subiu.
Com uma nova variação positiva de 2,38% na própria sexta, novamente influenciada pelos temores de restrições na oferta em tempo de demanda aquecida no exterior, sobretudo na China, os contratos futuros de segunda posição de entrega do milho – normalmente a de maior liquidez – passaram a acumular ganho de 88,71% nos últimos 12 meses.
No caso da soja, cujos contratos de segunda posição recuaram na sexta-feira (0,12%) por causa de um movimento de realização de lucros, a valorização acumulada em 12 meses chega a 56,15%, enquanto para o trigo, que também recuou no último pregão da semana passada (0,59%), a variação positiva acumulada é de 80,56%. Nos três casos, os patamares de preços rondam máximas em 30 meses.
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A persistente alta dos grãos, em linhas gerais provocada por cortes na oferta determinados por eventos climáticos adversos em um contexto de consumo firme puxado por países emergentes, é motivo para uma crescente inflação global dos alimentos que há meses preocupa a FAO, o braço da ONU para agricultura e alimentação.
























