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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
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Economia

Ataque ao câmbio

No G-20, Brasil deve voltar a atacar desequilíbrios cambiais. Ministros das Finanças e presidentes de BCs se encontram em Paris.

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O Brasil chega à reunião ministerial do G-20, esta semana em Paris, com a moeda que mais valorizou entre as 58 maiores economias do mundo no índice cambial do Banco Internacional de Compensações (BIS), banco dos bancos centrais.

O índice foi atualizado ontem com a taxa de câmbio efetiva real (EER) até o final de janeiro. Compilado desde 1994, representa a média cambial da moeda de um país relativa a uma cesta de outras moedas ajustadas pela inflação. Se o ranking da moeda está abaixo de 100, significa que está desvalorizada e com espaço para se apreciar.

O BIS mostra que a valorização do real continuou depois de novembro, quando em Seul (Coreia do Sul) os chefes de Estado e de governo do G-20 não conseguiram alcançar um acordo para frear desvalorizações competitivas e empurraram a tentativa para os ministros ao longo deste ano.

No caso do Brasil, a taxa de câmbio efetiva, que estava em 147,26 por unidade do real, passou agora para 152,61, a mais alta entre todos os países examinados. Por sua vez, o dólar americano ficou estável em 86,69 e o yuan chinês também se estabilizou em 118,13. O euro está em 93,37 e a rúpia da Índia, em 107,16.

Em Seul, a então presidente eleita Dilma Rousseff manifestou preocupação com o tamanho da valorização do real. Reafirmou posição defendida pelo governo Lula, que acusava os Estados Unidos de promoverem uma guerra cambial. E considerou que a moeda chinesa estava desvalorizada por ser atrelada ao dólar.

Os EUA, a Europa e vários emergentes reclamam que suas exportações estão sendo afetadas pela política chinesa de manter deliberadamente baixo o valor de sua moeda, e insistem para Pequim deixá-la se apreciar mais rapidamente.

Pequim resiste, alegando que isso prejudicaria suas exportações industriais. No entanto, analistas notam que o comércio exterior chinês não foi afetado pela alta de 3,5% de sua moeda desde meados de 2010.

Como o Brasil, cada vez mais países enfrentam a valorização de suas moedas. O peso mexicano subiu rapidamente em relação ao dólar, significando que o custo de produção no país para o mercado americano aumentou. O ringgit da Malásia e o dólar de Taiwan alcançaram seus níveis mais altos em relação à moeda americana na semana passada. O franco suíço valorizou 17% contra o dólar desde junho de 2010.

Na sexta-feira e sábado, em Paris, ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, reunindo as maiores economias desenvolvidas e emergentes, dificilmente terão acordo para começar a afrontar os desequilíbrios na economia mundial, por causa da resistência chinesa.

“A China exporta e economiza; a Europa consome; e os EUA se endividam e consomem. Esse modelo não é equilibrado”, diz a ministra francesa de Finanças, Cristine Lagarde, ainda esperando convencer seus parceiros para algum avanço em Paris.

Enquanto isso, Dominique Strauss-Khan, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, alerta que os desequilíbrios estão de volta, com as questões que preocupavam todos antes da crise – fluxos de capitais enormes e voláteis, pressões sobre o câmbio, rápido crescimento das reservas – de novo na ordem do dia.

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