Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,81 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,71 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,70 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,63 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 151,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,71 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.574,15 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.459,99 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 135,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Mercado Interno

IqPR sobe 2,53% em SP

Em São Paulo, os preços agropecuários subiram 2,53% na primeira quadrissemana de março, de acordo com o IEA.

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O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), que mede os preços pagos ao produtor rural, subiu 2,53% na primeira quadrissemana de março, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O índice de preços dos produtos de origem vegetal aumentou 2,62% e o índice de preços dos produtos de origem animal apresentou variação positiva de 2,30%.

Dos produtos analisados, dez apresentaram alta de preços (sete de origem vegetal e três de origem animal) e oito sofreram queda (cinco de origem vegetal e três de origem animal). As altas mais expressivas ocorreram nos preços do tomate (19,17%), dos ovos (17,08%), da laranja para mesa (16,83%), do café (14,28 %) e da carne de frango (6,15%).

O aumento nos preços do tomate decorreu de perdas na colheita geradas pelas chuvas continuadas, numa situação de demanda aquecida e safra menor que afetou o abastecimento, dizem os pesquisadores Luis Henrique Perez, Danton Leonel de Camargo Bini, Eder Pinatti, José Alberto Angelo e José Sidnei Gonçalves. Já a menor oferta de ovos foi desproporcional à conjuntura anterior de preços baixos, associada à pressão de demanda, em especial pela agroindústria de massas alimentícias e de panificação e confeitaria com a proximidade da Páscoa.

Os preços da laranja de mesa refletem o impacto da demanda típica do verão sobre o consumo de sucos naturais, numa conjuntura de safra de menor oferta, observam os analistas do IEA. “Além disso, há a pressão da entressafra fisiológica da planta, ofertando menor quantidade de frutas.”

Por sua vez, os preços do café elevaram-se devido às pressões da demanda internacional e aos menores estoques mundiais. O maior consumo no mercado interno, inclusive de cafés de melhor qualidade, contribuiu para a alta nos preços.

O aumento das exportações e as pressões da demanda interna também ajudaram a elevar o preço da carne de frango. A enorme oferta do produto manteve os preços sob algum controle na passagem de ano e agora a não-renovação dos plantéis no mesmo ritmo reverte a tendência de preços.

As quedas mais significativas foram verificadas nos preços da banana (33,31%), da carne suína (18,76%), do feijão (10%), do amendoim (9,82%) e do arroz (5,82%).

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