Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Agronegócio impulsiona SP

Saldo da balança paulista é positivo e fechou 2010 com superávit de US$ 1,08 bilhão. Açúcar é destaque.

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Apesar do aumento de 38,9% nas importações do agronegócio no Estado de São Paulo neste primeiro bimestre, ante 2010, a balança comercial do setor fechou com superávit de US$ 1,08 bilhão, refletindo o bom momento vivido pelo setor. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão ligado à Secretaria estadual de Agricultura e Abastecimento. No Brasil as exportações do agronegócio também ficaram mais altas, com incremento de 23,7%, ante os dois primeiros meses do ano passado.

A balança comercial do agronegócio paulista gerou um superávit de US$ 1,08 bilhão no primeiro bimestre de 2011, que representa uma queda de 14,96% ante o US$ 1,27 bilhão do mesmo período de 2010. Nesse período, as exportações cresceram em 9,8%, atingindo US$ 2,58 bilhões; ante os US$ 2,35 bilhões vistos em 2010. “O maior responsável por essa alta das exportações no primeiro bimestre ainda é o açúcar que continua com uma demanda muito aquecida no mercado internacional. Para que se tenha uma ideia o preço do produto está 20% mais alto que o álcool, o que justifica os usineiros ampliarem ainda mais a participação do açúcar nas usinas, ante o etanol”, afirmou José Sidnei Gonçalves, responsável pela pesquisa do IEA.

O diretor da empresa Archer Consulting, Arnaldo Correa, frisou que a média de preços do açúcar ficou aproximadamente 25% mais alto neste primeiro bimestre, se comparado ao mesmo período do ano passado, saltando de US$ 440 a tonelada em 2010, para US$ 550 este ano. “O açúcar vem obtendo resultados muito positivos nos últimos doze meses. Nem o dólar desvalorizado ajudou a recuar os preços, pois a demanda é tão grande, que os valores obtidos estão compensando. O preço do açúcar ficou em média, nesses dois primeiros meses, a US$ 550 por tonelada, ante os US$ 440 do ano passado. Tanto que chegou a seu preço mais alto justamente em fevereiro deste ano”, disse ele.

Enquanto isso, as importações do estado tiveram um acréscimo de 38,9% neste bimestre, somando US$ 1,50 bilhão, contra os US$ 1,08 bilhão do ano anterior. Gonçalves contou que isso resultou em uma redução de 15% no saldo comercial em relação ao primeiro bimestre de 2010, atingindo US$ 1,08 bilhão, contra os US$ 1,27 bilhão registrados no ano passado. “O cambio continua interferindo nos resultados do agronegócio, pois temos um mercado interno crescente que puxa os preços para cima por conta da demanda. O cambio nessa média abaixo de R$ 1,7 é muito complicado para exportar. Por isso, a velocidade das importações é maior que a exportação. Mesmo com o mercado internacional de commodities aquecido, esses preços ainda não compensam o cambio”.

A balança comercial do estado fechou o bimestre com saldo negativo de US$ 3,95 bilhões que representa um aumento de 49% ante o déficit US$ 2,64 obtidos no mesmo período de 2010.

Brasil

No primeiro bimestre de 2011, as exportações do agronegócio brasileiro cresceram 23,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 11 bilhões, contra os US$ 8,89 bilhões de 2010. Já as importações do setor elevaram-se em 43,6%, também em comparação com o primeiro bimestre de 2010, somando US$ 4,38 bilhões, ante os US$ 3,05 bilhões vistos no mesmo período do ano passado.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,62 bilhão do primeiro bimestre de 2011, com exportações de US$ 31,95 bilhões e importações de US$ 30,33 bilhões. Com isso houve expressivo aumento no saldo comercial de 671,4%, em função do aumento das exportações (36,0%) maiores do que a elevação das importações (30,2%).

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