Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Código Florestal

Ministra aposta em acordo no código florestal

Agronegócio e ambientalistas divergem sobre local de compensação da derrubada de florestas.

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A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ontem que as discussões em torno do projeto do novo Código Florestal caminham para uma convergência. Segundo a ministra, o governo está na fase final de debates com empresários, ruralistas e ambientalistas para apresentar em breve uma proposta consensual ao relator do projeto na Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

A ministra reconheceu, após se reunir com empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que alguns aspectos, como o mecanismo de compensação para as áreas de reserva legal desmatadas, continuam sem um consenso. Além disso, não estabeleceu um prazo para que o conjunto de propostas do governo seja encaminhado ao Congresso Nacional.

“Estamos na reta final de consolidar uma proposta que seja convergente e de consenso. Hoje, tem pontos que merecem ser debatidos em função do que está se colocando, como a silvicultura e a questão urbana, além de meios para incrementar a produção de floresta plantada no país e a compensação de reserva legal, que é uma questão mais técnica do que política”, disse a ministra.

Izabella enfatizou que o novo código visa regularizar todos os produtores que estão na ilegalidade. “Então, aqueles que querem cumprir a lei, tem os caminhos para fazer. A discussão não é sobre ilegalidade. É sobre como fazer o agricultor produzir de maneira correta e dentro da lei, assegurando as questões ambientais, sociais e econômicas para sua produção.”

A ministra também não demonstrou preocupação com as manifestações de ruralistas e ambientalistas programadas para esta semana. Segundo Izabella, as mobilizações são importantes e legítimas. “O momento é de diálogo, construção e entendimento das várias demandas existentes no país”, concluiu.

Já o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que as propostas estudadas até o momento alcançaram 97% de consenso entre os empresários e o governo. Skaf ainda se mostrou otimista com a possibilidade das APPs serem contabilizadas pelos produtores como reservas legais. Desta forma, o produtor pode ampliar a área plantada.

De acordo com André Nassar, diretor-geral do Ícone (Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais, como foco no agronegócio), os 3% de discordância em relação ao Código Florestal referem-se ainda ao local de compensação do passivo ambiental dos produtores rurais. O setor ruralista defende que essa compensação de florestas derrubadas acima do percentual permitido por lei ocorra no bioma como um todo, e não se limite à bacia hidrográfica onde a propriedade está localizada.

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