Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Código Florestal

Ministra aposta em acordo no código florestal

Agronegócio e ambientalistas divergem sobre local de compensação da derrubada de florestas.

Compartilhar essa notícia

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ontem que as discussões em torno do projeto do novo Código Florestal caminham para uma convergência. Segundo a ministra, o governo está na fase final de debates com empresários, ruralistas e ambientalistas para apresentar em breve uma proposta consensual ao relator do projeto na Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

A ministra reconheceu, após se reunir com empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que alguns aspectos, como o mecanismo de compensação para as áreas de reserva legal desmatadas, continuam sem um consenso. Além disso, não estabeleceu um prazo para que o conjunto de propostas do governo seja encaminhado ao Congresso Nacional.

“Estamos na reta final de consolidar uma proposta que seja convergente e de consenso. Hoje, tem pontos que merecem ser debatidos em função do que está se colocando, como a silvicultura e a questão urbana, além de meios para incrementar a produção de floresta plantada no país e a compensação de reserva legal, que é uma questão mais técnica do que política”, disse a ministra.

Izabella enfatizou que o novo código visa regularizar todos os produtores que estão na ilegalidade. “Então, aqueles que querem cumprir a lei, tem os caminhos para fazer. A discussão não é sobre ilegalidade. É sobre como fazer o agricultor produzir de maneira correta e dentro da lei, assegurando as questões ambientais, sociais e econômicas para sua produção.”

A ministra também não demonstrou preocupação com as manifestações de ruralistas e ambientalistas programadas para esta semana. Segundo Izabella, as mobilizações são importantes e legítimas. “O momento é de diálogo, construção e entendimento das várias demandas existentes no país”, concluiu.

Já o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que as propostas estudadas até o momento alcançaram 97% de consenso entre os empresários e o governo. Skaf ainda se mostrou otimista com a possibilidade das APPs serem contabilizadas pelos produtores como reservas legais. Desta forma, o produtor pode ampliar a área plantada.

De acordo com André Nassar, diretor-geral do Ícone (Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais, como foco no agronegócio), os 3% de discordância em relação ao Código Florestal referem-se ainda ao local de compensação do passivo ambiental dos produtores rurais. O setor ruralista defende que essa compensação de florestas derrubadas acima do percentual permitido por lei ocorra no bioma como um todo, e não se limite à bacia hidrográfica onde a propriedade está localizada.

Assuntos Relacionados agronegócio
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329