Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Alimentos mais baratos

Índice global de preços de alimentos da FAO tem primeira queda após oito meses registrando altas consecutivas.

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Alimentos mais baratos

O índice global de preços de alimentos da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação, caiu em março pela primeira vez após oito meses de altas. A queda foi de 2,3% em comparação com fevereiro, mas o índice ainda está 37% acima do nível de março do ano passado.

A alta no custo de alimentos tem sido uma das razões de pressões inflacionárias tanto em países emergentes como nos desenvolvidos, o que inquieta os bancos centrais dessas nações.

Em todo caso, o ex-ministro Rubens Ricupero, especialista em comércio internacional, já chamou a atenção que o índice da FAO parte de uma base distorcida – o ano de 1990, auge de queda de preços.

A FAO alerta que é prematuro concluir que a baixa de março representa uma inversão de tendência. Segundo a agência, é necessário ter mais informações sobre novos plantios nas próximas semanas para se ter ideia do nível da produção futura. O fato é que os baixos estoques, o impacto do preço do petróleo e os efeitos da destruição no Japão continuarão causando incertezas e volatilidade nos preços dos alimentos nos próximos meses.

As cotações internacionais de óleos e açúcar foram as que mais declinaram em março, seguidas por cereais. Já os lácteos subiram e de carnes também, ainda que pouco.

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