Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportações

Exportações do campo

Exportações brasileiras do agronegócio fortalecem projeções com alta de 22,6% no mês de março em comparação ao mesmo período de 2010.

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Exportações do campo

O desempenho das exportações brasileiras do agronegócio no primeiro trimestre fortaleceu as projeções que sinalizam, desde o fim do ano passado, que um novo recorde histórico será batido pelo setor também nesta frente em 2011. Como informou ontem o Valor, o valor bruto da produção (VBP) agrícola – “da porteira para dentro” – das principais lavouras cultivadas no país caminha a passos acelerados na mesma direção.

Com a forte alta observada no mês passado – de 22,6% sobre o mesmo mês de 2010, para US$ 7,4 bilhões -, os embarques setoriais somaram US$ 17,9 bilhões no trimestre, 23,2% mais que em igual intervalo de 2010, e atingiram US$ 79,8 bilhões no período de 12 meses encerrado em março, valor 19,7% superior ao ano-móvel anterior e um novo recorde histórico.

Mesmo que o ritmo de crescimento caia, ainda que demanda e preços indiquem que, afora as sazonalidades normais, isso não vá acontecer, é praticamente certo que as exportações do agronegócio superarão US$ 80 bilhões no período de 12 meses que se encerrará neste abril. De janeiro a dezembro de 2010, o recorde anual atual, foram US$ 76,4 bilhões, 17,9% a mais do que em 2009.
A partir de uma colheita em geral de excelente produtividade, preços nas alturas e margens remuneradoras, o chamado complexo soja (inclui grão, farelo e óleo) tende a manter o protagonismo observado até agora e a puxar o novo recorde esperado. As exportações do complexo alcançaram US$ 2 bilhões em março e somaram US$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre e US$ 17,7 bilhões no ano-móvel até março.

Em março e em 12 meses, o complexo liderou as exportações do agronegócio, com saltos de 26,3% em relação ao mesmo mês de 2010 e 2,9% sobre o intervalo anterior. No primeiro trimestre, perdeu para as carnes (bovina, de frango e suína), cujos embarques estão em recuperação apesar do dólar e dos volumes ainda não serem os esperados.

Para 2011 como um todo, projeções das indústrias e de consultorias confirmam que a tendência das exportações do complexo soja é mesmo de forte crescimento. De acordo com previsão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), os embarques totalizarão US$ 22,1 bilhões, 28,5% mais que no ano passado.

Conforme a entidade, as exportações de soja em grão alcançarão US$ 15,1 bilhões (36% mais), as de farelo chegarão a US$ 5,4 bilhões (alta de 12,5%) e as de óleo de soja atingirão US$ 1,6 bilhão (aumento de 14,3%). Conforme a RC Consultores, os embarques do complexo vão a US$ 22,7 bilhões em 2011, um crescimento de quase 32%.

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