Seapa incentiva produção produção de frango de corte, tipo caipirão, no Projeto de Assentamento Nova Amazônia – gleba Murupú.
Avícola no Amazonas
A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) incentiva os produtores rurais do Projeto de Assentamento Nova Amazônia – gleba Murupú, na produção de frango de corte, tipo caipirão.
Os técnicos da Casa do Produtor Rural do Projeto de Assentamento Nova Amazônia (CPR- PANA) elaboram projetos para obtenção de crédito e acompanham a implantação do sistema produtivo.
Atualmente cinco produtores estão produzindo aves da linhagem caipirão. Os produtores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), têm inicialmente direito a um valor de até R$ 21.500,00 (vinte e um mil e quinhentos reais), com um período de até dez anos para quitação do empréstimo.
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Há cerca de quatro meses o produtor Cézar da Silva Monteiro do PA Murupú do pólo V vicinal 01, aderiu ao projeto e hoje tem um plantel de 600 aves. Recentemente vendeu o primeiro lote com cerca de duzentas unidades, e nos próximos dias vai comercializar mais um lote de duzentas aves.
O lucro da família na primeira venda ficou estimado em R$ 1.004,00. O resultado foi alcançado em três semanas.
“Agradeço aos técnicos da Seapa que me incentivaram dando apoio técnico que é tão importante para quem quer produzir e conquistar resultados” destacou.
De acordo com o engenheiro agrônomo Marlon Maia, o agricultor recebe assistência técnica em todo o processo de produção. “A gente elabora o projeto e encaminha para a instituição financeira, que faz uma análise do projeto e depois libera os recursos.” explicou.
O criador é orientado a produzir as aves de forma escalonada, ou seja, os pintos de cada lote são adquiridos em períodos diferentes, o que evita problemas caso toda produção atinja o ponto de abate na mesma época. O escalonamento tem o objetivo de evitar problemas na hora de vender a produção, onde apenas parte de um lote atinge a idade de abate que é de aproximadamente 60 dias.
“O escalonamento evita que o produtor tenha problema na hora da venda da produção mercado, se ele tiver uma grande produção e o mercado não absorver ele começa ter prejuízo com aumento do consumo de ração” observou o engenheiro agrônomo Diego Barberena.
“Além do escalonamento as aves são criadas no sistema semi-extensivo, ou seja, em volta do galpão existem espaços divididos em piquetes, onde as aves podem andar e comer forragem, além da ração balanceada. Ao acompanhar o manejo os técnicos recomendam a quantidade de ração para cada fase são divididas em quatro”, esclareceu Francisco Wolney, engenheiro agrônomo.





















