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Economia

Disputa Brasil-Argentina

Ministros do Brasil e da Argentina tentarão, nesta quinta-feira (02/06) resolver a crise comercial entre os dois países.

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Ministros do Brasil e da Argentina tentarão, na quinta-feira, resolver a crise comercial entre os dois países, que tem retido mercadorias nas alfândegas dos dois maiores sócios do Mercosul. A ministra da Indústria argentina, Débora Giorgi, que disse ontem ver “boas perspectivas” de acordo, viajará a Brasília, para se encontrar com o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. O ministro já deu orientação aos auxiliares para que reduzam a dez dias no máximo o prazo para concessão de “anuência prévia”, necessária para liberar as licenças de importação a automóveis argentinos.

As montadoras de automóveis no Brasil têm pressionado o governo para voltar atrás na decisão tomada no início do mês, de represar a entrada de carros, especialmente os argentinos, no país. A medida foi tomada em represália à prática argentina de retardar, às vezes por mais de 120 dias, a liberação de importações de produtos brasileiros, como têxteis, máquinas agrícolas, calçados e eletrodomésticos.

Os argentinos, segundo informou o Valor, na semana passada, apostam que, para não prejudicar a indústria automotiva brasileira, o governo vai afrouxar a retenção de automóveis e acabar aceitando as medidas tomadas para estimular a produção nacional argentina, como a barreira a máquinas agrícolas e eletrodomésticos da linha branca. O Ministério do Desenvolvimento prefere acreditar que os argentinos aceitarão um acordo que envolva limitação voluntária de exportações do setor privado brasileiro ao vizinho, como propôs o próprio secretário da Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi.

Pimentel e outros integrantes do governo insistem que a Argentina tem de comprometer-se em cumprir as normas da Organização Mundial de Comércio e não deixar que se atrase por mais de 60 dias a emissão de guias de importação. O Brasil pretende insistir na necessidade de dar previsibilidade nas transações comerciais do bloco, enquanto os argentinos insistem em lembrar a existência de “assimetrias” que os prejudicam, como os empréstimos do BNDES aos exportadores no Brasil.

Nos próximos dias, espera-se que, como vem acontecendo no Brasil com carros argentinos, a Argentina acelere a liberação de licenças de importação dos produtos brasileiros. Os argentinos, até agora, comprometeram-se em liberar mais rapidamente apenas pneus, baterias e calçados, deixando de fora da lista tratores e colheitadeiras, ou eletrodomésticos, cuja retenção nas aduanas vem causando prejuízos milionários a empresas brasileiras.

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