Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Disputa Brasil-Argentina

Ministros do Brasil e da Argentina tentarão, nesta quinta-feira (02/06) resolver a crise comercial entre os dois países.

Compartilhar essa notícia

Ministros do Brasil e da Argentina tentarão, na quinta-feira, resolver a crise comercial entre os dois países, que tem retido mercadorias nas alfândegas dos dois maiores sócios do Mercosul. A ministra da Indústria argentina, Débora Giorgi, que disse ontem ver “boas perspectivas” de acordo, viajará a Brasília, para se encontrar com o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. O ministro já deu orientação aos auxiliares para que reduzam a dez dias no máximo o prazo para concessão de “anuência prévia”, necessária para liberar as licenças de importação a automóveis argentinos.

As montadoras de automóveis no Brasil têm pressionado o governo para voltar atrás na decisão tomada no início do mês, de represar a entrada de carros, especialmente os argentinos, no país. A medida foi tomada em represália à prática argentina de retardar, às vezes por mais de 120 dias, a liberação de importações de produtos brasileiros, como têxteis, máquinas agrícolas, calçados e eletrodomésticos.

Os argentinos, segundo informou o Valor, na semana passada, apostam que, para não prejudicar a indústria automotiva brasileira, o governo vai afrouxar a retenção de automóveis e acabar aceitando as medidas tomadas para estimular a produção nacional argentina, como a barreira a máquinas agrícolas e eletrodomésticos da linha branca. O Ministério do Desenvolvimento prefere acreditar que os argentinos aceitarão um acordo que envolva limitação voluntária de exportações do setor privado brasileiro ao vizinho, como propôs o próprio secretário da Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi.

Pimentel e outros integrantes do governo insistem que a Argentina tem de comprometer-se em cumprir as normas da Organização Mundial de Comércio e não deixar que se atrase por mais de 60 dias a emissão de guias de importação. O Brasil pretende insistir na necessidade de dar previsibilidade nas transações comerciais do bloco, enquanto os argentinos insistem em lembrar a existência de “assimetrias” que os prejudicam, como os empréstimos do BNDES aos exportadores no Brasil.

Nos próximos dias, espera-se que, como vem acontecendo no Brasil com carros argentinos, a Argentina acelere a liberação de licenças de importação dos produtos brasileiros. Os argentinos, até agora, comprometeram-se em liberar mais rapidamente apenas pneus, baterias e calçados, deixando de fora da lista tratores e colheitadeiras, ou eletrodomésticos, cuja retenção nas aduanas vem causando prejuízos milionários a empresas brasileiras.

Assuntos Relacionados
ArgentinaBrasilcomércio
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329