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Javalis

Faesc apoia o controle de javalis em SC

Centenas de javalis atacam propriedades rurais e destroem plantações no oeste catarinense, causando pesadas perdas aos produtores e criadores.

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Faesc apoia o controle de javalis em SC

Centenas de javalis atacam propriedades rurais e destroem plantações no oeste catarinense, causando pesadas perdas aos produtores e criadores. A população está preocupada, pois, além de danificar plantações, os javalis são animais agressivos e significam um risco às pessoas. Atendendo apelo da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), a Secretaria da Agricultura declarou o javali sus scrofa nocivo à agricultura catarinense e autorizou seu abate por tempo indeterminado, objetivando o controle populacional.

A medida foi tomada em novembro do ano passado quando os animais devastaram lavouras na região de Lages: uma grande quantidade de javalis Sus scrofa, espécie exótica invasora, provocava elevados prejuízos às lavouras, especialmente de cereais. A decisão respeitou a instrução normativa 141/2006 do Ibama que regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.

Atualmente, cerca de 200 famílias que vivem próximas ao Parque Nacional das Araucárias, no município de Ponte Serrada, sofrem do mesmo problema. A Prefeitura avalia que as perdas dos produtores chegam a 75%.  O problema não é recente, mas agravou-se neste ano, de acordo com o presidente do Sindicato Rural, José Foresti. Não há avaliação sobre a extensão da população de javalis.

Apesar de autorizado o abate, o sacrifício dos animais dentro do parque é permitido somente com autorização do Instituto Chico Mendes, responsável pela unidade de preservação. Os requisitos e procedimentos para o abate de javalis obedecem  normatização específica da Polícia Militar Ambiental.

O vice-presidente da Faesc, Nelton Rogério de Souza, destaca que, além de se manifestar no oeste, o problema persiste na região serrana, em Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro e Anita Garibaldi. A população estimada é de 1000 animais que vivem em varas (bandos) de 50 animais. Esses animais selvagens atacam todas as lavouras, principalmente milho, feijão, soja, trigo, pastagens, etc. e, numa noite, destroem completamente vários hectares de área.

Nelton reclama que os órgãos ambientais e a Polícia Militar Ambiental estão exigindo que apenas profissionais caçadores registrados e licenciados façam o abate dos animais. “O agricultor terá que procurar um desses profissionais para fazer o abate para ele na sua lavoura e isso implica em burocracia e em custos adicionais”.

Por outro lado, enquanto a portaria autoriza o uso de armas de fogo dentro das propriedades invadidas, a Polícia Ambiental só permite o uso de tranquilizantes ou armadilhas.

Perdas

O histórico de perdas é antigo. Em 2009, os produtores do município perderam o equivalente a 1.100 sacas de milho. Em 2010, os javalis já afetaram cerca de 200 hectares de lavoura de milho em dez propriedades. Cerca de 10% da produção foi afetada. Os animais atacam as lavouras já a partir do plantio. Além de pisotear a plantação, permanecem no local se alimentando até a maturação do milho.

Os javalis são considerados espécies “exóticas” (portanto, não protegidas por leis ambientais), porque cruzam com porcos domésticos e até outros animais selvagens, como porco de mato, o que gera filhos conhecidos com “javaporcos”. As fêmeas produzem em média duas ninhadas por ano e de oito filhotes em cada uma. Por isso, o controle se torna difícil. O macho adulto pesa entre 150 e 200 quilos e a fêmea entre 50 e 100 quilos.

Os javalis que aterrorizam Santa Catarina não são animais nativos da região. Foram trazidos pelos europeus ao Uruguai, entraram no Rio Grande do Sul e estão em várias regiões catarinenses há mais de cinco anos. O javali não tem um predador natural, o que dificulta o controle da espécie.

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