Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Economia

Socorro à Europa

Os países do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – articulam ações de socorro para os países europeus.

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Os países do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – tentam preparar uma ação conjunta para sinalizar ajuda à combalida economia global. O Valor apurou que uma das ideias em exame é a de aumentar a parte de suas reservas internacionais aplicada em títulos denominados em euros. A aquisição de mais títulos de dívida soberana europeia seria limitada aos papéis de países mais sólidos, como Alemanha ou mesmo Grã-Bretanha. Uma decisão deve ser tomada no encontro de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais dos Brics no dia 22, em Washington.

O interesse político é claro – aparecer como contribuinte para estabilização dos mercados e assim ilustrar a que ponto a balança na economia global está mudando. Além disso, os Brics poderão diversificar e, em alguns casos, obter melhor rendimento do que com os de títulos do Tesouro americano. “Vamos esperar o desenvolvimento dos fatos na Europa”, afirmou, cautelosa, uma autoridade monetária ao Valor. “No momento”, disse, não há articulação segura sobre aquisições de títulos europeus.

A prudência entre os países é obrigatória, como diz uma fonte asiática, até porque o tema pode ser conflituoso. Como nota um participante da reunião em Basileia, fica difícil explicar à opinião pública a aquisição de títulos europeus no cenário calamitoso atual da zona do euro.

O Brasil já vem diversificando suas reservas, reduzindo a fatia investida nos títulos do Tesouro americano. O país já é o quarto maior credor dos EUA, com US$ 211 bilhões até maio.

Na crise financeira de 2008, o Federal Reserve dos EUA emprestou muito dinheiro para os europeus. Agora, outro país visto como potencial “salvador” é a China, a segunda maior economia do mundo, com US$ 3,2 trilhões de reservas internacionais. Mas Pequim já jogou dezenas de bilhões de dólares em títulos denominados em euros e está mais cautelosa no cenário atual.

Ontem, a corrida por um refúgio seguro para o dinheiro levou os rendimentos dos bônus soberanos dos EUA, Alemanha e Grã-Bretanha a uma baixa histórica. Os ‘bunds’ alemães de dez anos rendiam 1,72% ao ano. Os Treasuries americanos de mesmo prazo caíram a 1,88%. Já os títulos da dívida da Grécia, refletindo o temor de default, pagaram juros superiores a 65%.

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