Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Exportação do Brasil aos árabes bate recorde

Entre os principais produtos embarcados estão carne de frango, milho, máquinas e equipamentos, entre outros. Embarques renderam US$ 1,8 bilhão em agosto, um aumento de 51% sobre o mesmo mês de 2010.

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As exportações do Brasil aos países árabes renderam US$ 1,824 bilhões em agosto, um aumento de 51% sobre o mesmo mês do ano passado, de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O valor é recorde mensal.

Entre os principais produtos embarcados para a região houve aumento nas vendas de açúcar, minérios, carne de frango, milho, máquinas e equipamentos, produtos químicos inorgânicos, café e bovinos vivos. As exportações de óleos vegetais permaneceram praticamente estáveis e as de carne bovina recuaram.

“As exportações de minério de ferro surpreenderam positivamente, pois mostram que a indústria [local] continua trabalhando, apesar dos problemas na região”, disse o CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby. “Isso significa que eles (os árabes) estão produzindo aço, investindo em construção e na indústria de transformação”, acrescentou.

A demanda do setor de construção pode ser vista também nos números das vendas de máquinas e equipamentos. Itens como niveladoras, escavadeiras e outros do gênero responderam por boa parte das exportações desse capítulo no mês.

O minério brasileiro atendeu ainda à demanda do Porto de Sohar, em Omã, onde a mineradora Vale tem uma usina de pelotização e um terminal marítimo.

“No caso dos alimentos, [o crescimento] é natural, para conter a inflação”, afirmou Alaby. Há muito receio no mundo árabe com o aumento dos preços das commodities agrícolas no mercado internacional, o que tem levado países da região a acumularem estoques reguladores.

No ano, as exportações do Brasil ao Oriente Médio e Norte da África somaram US$ 9,69 bilhões, um avanço de 32% em comparação com o período de janeiro a agosto de 2010. “A tendência é manter esse crescimento até o final do ano”, declarou Alaby.

Destaque para o avanço das vendas à Argélia, que passaram de US$ 1 bilhão, um aumento de 128% sobre os oito primeiros meses do ano passado; aos Emirados Árabes Unidos, que renderam US$ 1,4 bilhão, um crescimento de 32%; a Omã, que somaram US$ 489 milhões, ou 494% a mais; e à Tunísia, que ficaram em US$ 282 milhões, um acréscimo de 154%.

Os maiores destinos dos produtos brasileiros foram a Arábia Saudita, com importações de US$ 2,35 bilhões, um crescimento de 26% em comparação com o período de janeiro a agosto do ano passado; o Egito, com US$ 1,47 bilhão, um aumento de 27%; os Emirados, a Argélia; e o Marrocos, com US$ 495,5 milhões, um avanço de 25%.

Importações – Na outra mão, as importações brasileiras de produtos árabes somaram US$ 913 milhões em agosto, um aumento de 81% sobre o mesmo mês de 2010. No acumulado do ano, as compras chegaram a US$ 6,4 bilhões, um avanço de 43% em relação ao período de janeiro a agosto do ano passado.

Destaque, no mês e no ano, para o aumento das importações de petróleo e derivados, fertilizantes e plásticos. De janeiro a agosto, houve ainda avanço expressivo das importações de produtos químicos inorgânicos, algodão, vidros e borracha.

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