Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Exportação

Aposta na China

Para driblar as dificuldades de exportação para a Rússia, suinocultores apostam nas exportações para China.

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Aposta na China

Para driblar as dificuldades de exportação para a Rússia, que atualmente só aceita carne suína de um único frigorífico brasileiro, o setor está apostando em outros mercados, como o da China. O embargocompletou três meses e, por enquanto, não há previsão de retomada das vendas.

É difícil entender porque o embargo às carnes brasileiras só aumenta. Segundo o Ministério da Agricultura todos os questionamentos feitos por Moscou foram respondidos. Apesar disso, a proibição já dura três meses. Para o especialista em Relações Internacionais, Rafael Duarte, a negociação com o maior comprador de carne suína brasileira é mesmo complicada.

“O tipo de negociação que você faz com os russos não é o mesmo que você faz com a Europa, África, Estados Unidos ou Japão. Não é. Eles têm um perfil completamente distinto. Eles nunca mostram os reais interesses numa negociação”, afirma.

A Rússia também poderia estar se aproveitando da mudança de comando no Ministério da Agricultura e da possibilidade de substituições no segundo escalão.

“Há o aproveitamento de uma situação de instabilidade e indefinição sobre a gestão da pasta de agropecuária no Brasil e justamente nesse ponto não se sabe quando vamos poder nos organizar para resolver a questão”, ressalta Duarte.

Para enfrentar a restrição, o setor optou por aumentar o volume das vendas para outros países e abrir novos mercados, como o chinês. Os primeiros embarques já estão para acontecer.

“Nós tivemos dois grandes compradores do Brasil, Hong Kong e Ucrânia, que compraram os estoques que estavam parados em função do embargo russo que está muito indefinido. Se a gente ficar dependendo exclusivamente de um mercado como a Rússia, que é muito inconstante, nós vamos ter sempre esses altos e baixos. A qualquer momento chega rompe o contrato, não se sabe o porquê”, afirma o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes.

O Ministério da Agricultura se comprometeu a enviar uma equipe de técnicos a Moscou esta semana, a fim de intensificar as negociações, mas a viagem não aconteceu. A pasta alega que a visita foi adiada porque as autoridades sanitárias russas estariam em férias.

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