Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Freio nos Russos

Brasil vê brecha para frear subsídios agrícolas russos. A Rússia está negociando sua entrada na Organização Mundial do Comércio.

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Freio nos Russos

A esperança de exportadores agrícolas em limitar o impacto dos crescentes subsídios agrícolas que a Rússia continuará fornecendo a seus produtores está em uma regra que o Brasil conseguiu incluir no acordo para a entrada de Moscou na Organização Mundial do Comércio.

A regra estabelece que os subsídios não podem ser concentrados em alguns poucos produtos. Ou seja, haverá limite de ajuda por produto especifico, de forma que a Rússia não poderá focar os recursos apenas no aumento de sua produção de carnes, por exemplo.

Na cena comercial, em Genebra, a avaliação é de que os russos vão entrar na OMC com a bizarra possibilidade de aumentar os subsídios por uma razão simples: os Estados Unidos, a maior potência e grande exportador agrícola do mundo, não fez pressão nesse ponto sobre Moscou. Os russos dão US$ 5 bilhões de subsídios agrícolas que podem distorcer o comércio, e poderão amplia-los para US$ 9 trilhões em 2012-2013, até baixa-los gradualmente para US$ 4 4,4 bilhões em 2018.

Sobre as cotas de carnes, negociadores acreditam que os exportadores em geral estão contentes, mesmo sem prazos para a Rússia transformar os limites quantitativos a importação em tarifas, um antigo pleito brasileiro. A avaliação é que as condições do comércio brasileiro mudaram bastante com a forte apreciação do real, e os produtores brasileiros não têm o preço tão baixo como antes do inicio das negociações. Assim, pelo menos fica assegurado o acesso via cotas, comparado a dúvida sobre a competitividade no caso de tarifa de importação mais alta no mercado russo. Só para os suínos a cota anual de 400 mil toneladas, sem tarifa, será eliminada em dezembro de 2019. A partir daí, Moscou aplicará alíquota de 25%.

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