Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Preço da terra volta a subir com a crise

Valorização média das terras é superior a 10%, mais do que o dobro da média registrada nos dois últimos anos no País.

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Preço da terra volta a subir com a crise

Com a valorização dos preços internacionais das commodities agrícolas o valor das terras agriculturáveis também segue em alta no Brasil. Como investimento seguro em tempos de crise, as áreas rurais têm atraído aportes de grandes grupos empresariais. Somente este ano, a valorização média das terras é superior a 10%, mais do que o dobro da média registrada nos dois últimos anos no País.

Outra razão é o bom momento da agropecuária, com reflexos nas exportações, que de janeiro a outubro deste ano atingiram US$ 79,45 bilhões. O valor é 24,2% superior ao registrado em igual período do ano passado.

Segundo a gerente de Agroenergia da Consultoria Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, os principais interessados na compra de terras agriculturáveis preparadas em Mato Grosso, Goiás e na região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Mapitoba), são grandes grupos empresariais, investidores e companhias estrangeiras.

A terra no sul e sudeste brasileiro segue mais cara que as demais, devido à infraestrutura funcional, e à proximidade com os polos exportadores. Entretanto, a região central e o nordeste do País têm as maiores taxas de valorização. “A procura por terras em São Paulo segue muito lenta, não está aquecida como no Mato Grosso, ou no nordeste. Entretanto, a valorização também chegou aqui: há dois anos a cotação era de R$ 35 mil por alqueire, hoje chega a R$ 60 mil. Com essa valorização as vendas também caíram muito”, comenta o corretor da Fazendas AR, Ataíde Ribeiro. Já no centro-oeste e no nordeste, a comercialização de terras está a todo o vapor. Segundo Elton Perez, presidente da corretora MT Fazendas, a demanda por terras nessas regiões fez com que o valor por hectare dobrasse em cinco anos.

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