Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Preço da terra volta a subir com a crise

Valorização média das terras é superior a 10%, mais do que o dobro da média registrada nos dois últimos anos no País.

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Preço da terra volta a subir com a crise

Com a valorização dos preços internacionais das commodities agrícolas o valor das terras agriculturáveis também segue em alta no Brasil. Como investimento seguro em tempos de crise, as áreas rurais têm atraído aportes de grandes grupos empresariais. Somente este ano, a valorização média das terras é superior a 10%, mais do que o dobro da média registrada nos dois últimos anos no País.

Outra razão é o bom momento da agropecuária, com reflexos nas exportações, que de janeiro a outubro deste ano atingiram US$ 79,45 bilhões. O valor é 24,2% superior ao registrado em igual período do ano passado.

Segundo a gerente de Agroenergia da Consultoria Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, os principais interessados na compra de terras agriculturáveis preparadas em Mato Grosso, Goiás e na região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Mapitoba), são grandes grupos empresariais, investidores e companhias estrangeiras.

A terra no sul e sudeste brasileiro segue mais cara que as demais, devido à infraestrutura funcional, e à proximidade com os polos exportadores. Entretanto, a região central e o nordeste do País têm as maiores taxas de valorização. “A procura por terras em São Paulo segue muito lenta, não está aquecida como no Mato Grosso, ou no nordeste. Entretanto, a valorização também chegou aqui: há dois anos a cotação era de R$ 35 mil por alqueire, hoje chega a R$ 60 mil. Com essa valorização as vendas também caíram muito”, comenta o corretor da Fazendas AR, Ataíde Ribeiro. Já no centro-oeste e no nordeste, a comercialização de terras está a todo o vapor. Segundo Elton Perez, presidente da corretora MT Fazendas, a demanda por terras nessas regiões fez com que o valor por hectare dobrasse em cinco anos.

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